La exposición a estos químicos aumenta el riesgo de padecer angiosarcoma del hígado (lea “ ¿Qué es el cáncer del hígado?”). También aumentan el riesgo de padecer colangiocarcinoma y cáncer hepatocelular, pero a un grado mucho menor. El cloruro de vinilo es un químico que se usa en la fabricación de algunos tipos de plástico. El thorotrast es un químico que se les inyectaba antes a algunos pacientes como parte de ciertas pruebas radiológicas. Cuando se identificaron las propiedades cancerígenas de estos químicos, se tomaron medidas para eliminarlos o para reducir la exposición a éstos. El thorotrast ya no se usa y la exposición de los trabajadores al cloruro de vinilo está regulada estrictamente. Los esteroides anabólicos son hormonas masculinas que algunos atletas utilizan para aumentar su fuerza y masa muscular. El uso prolongado de los esteroides anabólicos puede aumentar levemente el riesgo de cáncer hepatocelular. Los esteroides parecidos a la cortisona, como la hidrocortisona, la prednisona y la dexametasona, no conllevan este mismo riesgo.

El consumo de agua contaminada naturalmente con arsénico, como la obtenida de algunos pozos, aumenta con el pasar de mucho tiempo el riesgo de algunos tipos de cáncer de hígado. Esto es más común en partes del este de Asia, aunque también puede ser un asunto de preocupación en algunas áreas de los Estados Unidos. La infección por el parásito que causa esquistosomiasis puede causar daño hepático y está vinculado al cáncer de hígado. Este parásito no se encuentra en los Estados Unidos, pero la infección puede ocurrir en Asia, África y Sur América.

Fumar aumenta el riesgo de padecer cáncer de hígado. Las personas que han dejado de fumar tienen un menor riesgo que los fumadores actuales, aunque ambos grupos tienen un mayor riesgo que las personas que nunca han fumado. En pocos casos, las pastillas anticonceptivas pueden causar tumores benignos llamados adenomas hepáticos. Sin embargo, se desconoce si aumentan el riesgo de cáncer hepatocelular. Algunos de los estudios que han analizado este asunto han sugerido que pudiera haber una asociación, aunque la mayoría de los estudios no fueron de alta calidad y evaluaron tipos de pastillas que ya no se usan. Las pastillas anticonceptivas modernas tienen diferentes tipos de estrógeno, diferentes dosis de estrógeno y diferentes combinaciones de estrógenos con otras hormonas. No se conoce si las pastillas nuevas aumentan el riesgo de cáncer de hígado.

A encefalopatia hepática, também conhecida como coma hepático, é uma perturbação pela qual a função cerebral se deteriora devido a altas quantidades de substâncias tóxicas presentes no sangue – substâncias estas que deveriam ter sido eliminadas pelo fígado. NÃO PARE AGORA. TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE;)

As causas exatas da encefalopatia hepática ainda são desconhecidas. Sabe-se, no entanto, que a encefalopatia hepática é causada por distúrbios que afetam o fígado, entre eles estão os que reduzem a função hepática (como cirrose ou hepatite) e doenças nas quais a circulação sanguínea não penetra no fígado. Uma importante função do fígado é transformar substâncias tóxicas produzidas pelo corpo ou ingeridas (como remédios) em substâncias inofensivas. No entanto, quando o fígado está prejudicado, essas substâncias podem se acumular na corrente sanguínea. A amônia, por exemplo, que é produzida pelo corpo quando as proteínas são digeridas, é uma das substâncias tóxicas neutralizadas pelo fígado. Várias outras substâncias podem se acumular no corpo se o fígado não funcionar bem. A presença dessas substâncias no sangue pode causar sérios danos ao sistema nervoso.

A encefalopatia hepática é muito comum em pessoas diagnosticadas com doença hepática crônica, mas também pode ocorrer repentinamente em pessoas que nunca apresentaram problemas no fígado antes. A encefalopatia hepática pode ser desencadeada por:

  • Desidratação
  • Ingestão de proteínas em excesso
  • Anormalidades dos eletrólitos (principalmente redução do nível de potássio) resultantes de vômitos ou por causa de alguns tipos de tratamentos e medicamentos, como diuréticos
  • Sangramentos do intestino, estômago ou esôfago
  • Infecções
  • Problemas renais
  • Baixos níveis de oxigênio no corpo
  • Complicações na colocação do desvio
  • Cirurgia
  • Uso de medicamentos que inibem o sistema nervoso central.

A encefalopatia hepática pode ocorrer como um distúrbio agudo e reversível ou como um distúrbio crônico e progressivo associado à doença hepática crônica.

Fatores que aumentam as chances de uma pessoa desenvolver encefalopatia hepática incluem:

  • Cirrose
  • Algumas condições que afetam os níveis de fluidos e eletrólitos, como hiponatremia e hipercalemia
  • Insuficiência renal aguda
  • Insuficiência renal crônica
  • Infecções
  • Sangramento gastrointestinal
  • Certos medicamentos, como sedativos e antiepilépticos
  • Prisão de ventre
  • Hepatite infecciosa ou autoimune.

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Os sintomas podem aparecer aos poucos e se agravar gradualmente, como também podem aparecer de repente e serem graves desde o início. Alguns sinais moderados podem ser notados quando a doença ainda está no início, como:

  • Hálito bolorento ou doce
  • Alterações no sono
  • Mudanças no raciocínio
  • Leve confusão
  • Esquecimento
  • Confusão mental
  • Mudanças de humor e de personalidade
  • Falta de concentração
  • Baixa capacidade de discernimento
  • Piora na escrita ou perda de outros movimentos manuais.

Já os sintomas mais graves incluem:

  • Movimentos anormais ou tremores nas mãos ou braços
  • Agitação, excitação ou convulsões (estes ocorrem raramente)
  • Desorientação
  • Sonolência ou confusão
  • Comportamento inadequado ou alterações graves de personalidade
  • Fala arrastada
  • Movimento lento ou arrastado.

O paciente com encefalopatia hepática pode tornar-se inconsciente e indiferente, com grande possibilidade de entrar em coma. Pacientes com encefalopatia hepática muitas vezes não são capazes de cuidar de si mesmos por causa desses sintomas e precisam de acompanhamento médico e ajuda familiar. NÃO PARE AGORA. TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE;)

NÃO PARE AGORA. TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE;) Entre em contato com um médico se ocorrerem mudanças no estado mental ou outros problemas no sistema nervoso, principalmente se existe certeza ou pelo menos suspeita de doença hepática. A encefalopatia hepática pode piorar rapidamente e se tornar uma condição de emergência, muitas vezes irreversível se não houver atendimento médico.

Entre as especialidades que podem diagnosticar uma encefalopatia hepática estão:

  • Neurologia
  • Gastroenterologia ou hepatologista.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quais foram os sintomas apresentados até aqui?
  • Quando os sintomas surgiram?
  • Qual a intensidade dos sintomas?
  • Você ou seu ente querido foram diagnosticados recentemente com alguma doença hepática?
  • Você ou seu ente querido têm doença hepática crônica?
  • Entre os sintomas apresentados, estão presentes casos esporádicos de esquecimento, confusão mental, confusão, alterações no sono, mudanças de humor e problemas de concentração?.

O médico realizará um exame físico e poderá diagnosticar, também, por meio da observação clínica, principalmente no que diz respeito aos sinais emitidos pelo sistema nervoso de que alguma coisa está errada. Estes sinais podem variar:

  • Falta de coordenação e tremores nas mãos ao tentar estender os braços à frente do corpo e levantá-los
  • Estado mental anormal, principalmente as funções cognitivas (raciocínio), como traçar linhas para conectar números
  • Sinais de doença hepática, como pele e olhos amarelados (icterícia) e retenção de líquido no abdome (ascite), e, ocasionalmente, um odor bolorento no hálito e na urina.

A observação clínica, porém, não é suficiente para fazer o diagnóstico preciso. O médico deverá solicitar alguns exames, que podem incluir:

  • Hemograma completo ou hematócrito para verificar se há anemia
  • Tomografia computadorizada da cabeça ou ressonância magnética
  • Eletroencefalograma
  • Exames de função hepática
  • Tempo de protrombina
  • Níveis séricos de amônia
  • Níveis de sódio no sangue
  • Níveis de potássio no sangue
  • Nitrogênio úrico no sangue (BUN) e creatinina para verificar o funcionamento renal.

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En esta hoja se describen algunas pruebas comunes que se realizan para el diagnóstico o tratamiento de problemas hepáticos. El proveedor de atención médica le dirá cuáles son las pruebas que necesita. Algunos procedimientos para examinar el hígado

A continuación se indican los procedimientos que se realizan para observar el estado o el funcionamiento del hígado y de los órganos relacionados con él (como la vesícula biliar o los conductos biliares). La biopsia del hígado es un procedimiento para determinar si hay daños en el tejido hepático. Se utiliza una aguja para extraer una pequeña muestra de tejido del hígado. Esta muestra se examina en el laboratorio para determinar si hay señales de inflamación, formación de tejido cicatricial u otros problemas.

La tomografía computarizada muestra una imagen tridimensional del hígado y de la vesícula biliar que permite observar si hay cálculos (piedras), abscesos, anomalías en los vasos sanguíneos o tumores. La colangiopancreatografía endoscópica retrógrada es un procedimiento que puede revelar si existe obstrucción o estrechamiento de los conductos biliares. Se inserta un endoscopio (un tubo pequeño y flexible) en la boca. El endoscopio se pasa a través del esófago y del estómago, hasta la parte superior del intestino delgado, donde desembocan los conductos biliares. Se introduce un tinte de contraste a través del endoscopio para facilitar la visualización de los conductos biliares en las radiografías. El médico puede tomar muestras de tejido o fluidos utilizando instrumentos introducidos en el endoscopio. Estas muestras se envían a un laboratorio para ser examinadas.

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Síntomas: problemas respiratorios, fiebre, mucosidad, estornudos, conjuntivitis, lagrimeo, tos, ulceraciones en la córnea del ojo.
CLAMIDIASIS:
cepas del resfriado común menos graves.

Síntomas: lagrimeo, falta de apetito, fiebre. PERITONITIS INFECCIOSA: enfermedad viral que se propaga sobre todo en gatos que viven con muchos otros gatos.

Síntomas: dilatación del abdomen, edema pulmonar y abdominal. LEUCEMIA FELINA: El contagio se produce por contacto con otros gatos que tienen la enfermedad; entre el contagio y la aparición de los síntomas podrían pasar años.

Síntomas: inapetencia, somnolencia, debilidad, anemia, aparición de tumores y enfermedades de la sangre. RABIA: Enfermedad incurable, de alta mortandad y que puede contagiar al hombre.

Síntomas: cambio a un carácter arisco, paralización y espasmos en músculos de cuello y cara lo que da una expresión rara a la cara del gato, babeo con espuma. TIFUS: Enfermedad viral que es bastante contagiosa y de gran mortandad entre los gatos, sobre todo cuando son todavía cachorros.

Síntomas: diarrea, vómitos, fiebre. INMUNODEFICIENCIA FELINA: Este virus, transmitido por mordedura, provoca en el gato un síndrome de inmuno-deficiencia muy similar al del ser humano, aunque no nos lo trasmiten.

ENFERMEDADES SANGUINEAS.
Enfermedades contagiosas que producen problemas en la sangre del gato como la anemia por la falta de asimilación del hierro o estar bajo de leucocitos. OTRAS ENFERMEDADES DE LOS GATOS

ACNE EN GATOS. Los gatos restriegan sus hocicos por los objetos para ir dejando su olor a traves de los poros de su piel. Como en las personas, estos poros de la piel se pueden llegar a infectarse. Normalmente se trata con champus y pomadas especiales y antibióticos. Síntomas: Aparecen manchas y puntos negros alrededor del hocico o debajo de la barbilla del gato. Si la infección se agrava puede llegar a formarse costras, heridas y a la perdida de pelo en la zona afectada, produciéndole dolor al gato.

ALERGIAS: Es común que los gatos sufran alergias a determinados productos como algunos antiparasitarios, perfumes, maquillajes, detergentes de limpieza,… Síntomas: Suelen ser bastante ocasionales determinados a lo que le produce alergia, dándose tos, estornudos, dificultades para respirar, picazón, lagrimeo.

ENFERMEDADES RESPIRATORIAS: Aunque el gato este vacunado contra la grave “gripe del gato” sigue estando expuesto a otras muchas formas más de resfriado o problemas respiratorios como la bronconeumonía (la vacuna contra la clamidiasis sólo lo inmuniza frente a 8 o 9 formas de resfriado común). Síntomas: lagrimeo, estornudos y tos, congestión nasal, mucosidad, dificultad para respirar.

PROLAPSO RECTAL FELINO
Un prolapso rectal es la salida de parte del interior del recto fuera del ano. Normalmente es a causa del esfuerzo por defecar, orinar o dar a luz en el caso de las gatas. Este esfuerzo puede estar debido a enfermedades de parásitos, estreñimiento,procesos de diarrea, infecciones urinarias, tumores y como hemos dicho antes al esfuerzo a la hora de parir por parte de las hembras. Hay que tratarlo rápidamente ya que la zona saliente se puede infectar.
PERDIDA DEL PELO.
Si se produce fuera del tiempo normal de muda puede deberse a una deficiente alimentación, a parásitos externos, estrés, alergias o como consecuencia de otra enfermedad.

ENFERMEDADES OCULARES. Pueden ser causadas por muchas cosas: irritación por pelos en los ojos, conjuntivitis, entropión (párpado dirigido al ojo) o falta de higiene. También es muy común que los gatos de mayor edad sufran de cataratas y falta de visión con el tiempo. Síntomas: aparición de legañas alrededor de los ojos o lagrimeo excesivo.

ESTOMATITIS. Inflamación de la mucosa bucal debido a problemas infecciosos, irritantes o traumáticos. Puede afectar a otras zonas como paladar, lengua, encías. El sarro de los dientes es un factor que la puede provocar. Síntomas: mal aliento, dificultad para mascar, enrojecimiento en las mucosas de la boca,…


FARINGITIS.

Inflamación de la mucosa debido a agentes infecciosos, físicos, químicos o traumáticos. Síntomas: dificultad para comer, ataques de tos, fiebres, cansancio, perdida de peso,…


OTITIS.
Proceso inflamatorio del oído interno causado por problemas traumáticos, bacterianos, hongos o parásitos. Síntomas: movimiento continuado de las orejas, el gato se queja y no para de rascarse en las orejas, ladea el cuello constantemente…

PODODERMATITIS. Es una fuerte inflamación en la zona de las almohadillas de los dedos, con aparición de ulceras y pus ocasionada por la infección bacteriana de las heridas. Puede llegar a provocar la necrosis de los dedos afectados en casos graves. Síntomas: dolor local, hinchazón la zona afectada, dificultad para andar, fiebre, inactividad.

PANCREATITIS. Inflamación del páncreas debido a una mala alimentación, agentes bacterianos o víricos, intoxicación,… Síntomas: aullidos, vómitos, dolores abdominales, diarrea y síntomas de nerviosismo. En los casos graves dificultad para comer normalmente y emisión de excrementos grasientos y amarillentos.

SINDROME UROLOGICO FELINO. Esto no es otra cosa que la cistitis felina debida a la aparición de cálculos renales o infecciones. Síntomas: incontinencia de la orina con presencia de fuerte dolor, puede que con presencia de sangre, no llegar al cajón para orinar, lamerse la zona genital con frecuencia y beber mucho agua. En casos grave puede llegar a obstruir la uretra y formación de cálculos renales.

BOLAS DE PELO
La expulsión de bolas de pelo por parte de los gatos no se podría considerar como una enfermedad. Pero en ocasiones se puede llegar a complicar por lo que es bueno saber como eliminarlas,sus síntomas y su tratamiento. Si tu gato tiene falta de apetito y sufre de arcadas continuas sin expulsar nada,lo mas normal es que tenga una bola de pelo en el estomago.

Hola muchas gracias por la informacion que me puedan dar, pero tengo mi gatica que camina encogida y mauya mucho y quiere estar acostada todo el tiempo. ¿que tendra? ya le compre antiparasitos. Solo tiene 4 meses de edad.
A veces se toca su partecita. Yo tenia 2 gatos q estaban asi que querian estar sentados o acostados y no queria comer lamenablemente se murio, creo que era envenenamiento.
Lleva tu gato al veterinario, creo que es grave.

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El tratamiento se hace con un antimicótico, que, según el fármaco que se utilice, se aplica en el pico o por inhalación. Además se debería dar un preparado vitamínico que contenga vitamina A. Aparte del tratamiento prescrito por el veterinario hay que cuidar al máximo la alimentación, la higiene, proporcionar la posibilidad de volar al periquito (es importante que se "ventilen" los pulmones) y, sobre todo, aumentar la humedad ambiental a valores superiores a 60 - 70 %. Para ello se puede utilizar un humidificador, un aparato sencillo y en su versión más simple, poco costoso. Con estas medidas y el tratamiento adecuado un periquito enfermo de aspergillosis puede vivir bastantes años con su enfermedad sin que ello le suponga sufrimiento.

La candidiasis es una infección con el hongo Candida albicans que prolifera en las mucosas del interior del pico y del buche, pero que puede extender al tracto digestivo. Afecta sobre todo a periquitos expuestos a uno o varios de los factores de riesgo: carencias nutricionales (vitamina A), heridas o inflamación de la mucosa del buche, mala higiene sobre todo de los bebederos, una terapia con antibióticos. Los periquitos afectados se muestran "decaídos", comen menos, pierden peso y regurgitan (lo que regurgitan tiene un olor ácido). Además sufren diarreas, a veces con semillas sin digerir. El buche puede verse abultado y el interior del pico aparece cubierto de una sustancia blanquecina. El diagnóstico normalmente se hace mediante un análisis del contenido del buche.

El tratamiento no es muy complicado, hay antimicóticos bastante efectivos que erradican el hongo completamente. Aun así, es imprescindible consultar a un veterinario especializado en aves a tiempo, ya que la enfermedad en fases avanzadas puede ser bastante peligrosa para el periquito. Durante el tratamiento no se debe dar ningún alimento que contenga azúcar, como "barritas de miel" o frutas, ya que constituye un buen caldo de cultivo para el hongo.

Ácaros del pico (sarna aviar, sarna cnemidocóptica) Es una enfermedad bastante frecuente producida por un ácaro cuyo nombre científico es Knemidokoptes p i lae. El parásito de tamaño microscópico (unos 0,5 mm) vive bajo la piel y dentro de la queratina del pico del periquito, donde cava pequeños túneles en los que desarrolla su vida. Se alimentan de las células dérmicas y acumulan a la salida de sus "cuevas" sus productos de deshecho, que se hacen visibles como costras blanquecinas sobre la piel del periquito.

La infestación no es muy peligrosa y relativamente fácil de tratar, pero extremadamente molestosa para el periquito, ya que los ácaros le producen un fuerte escozor. Además, si se deja sin tratar, los ácaros acaban agujerando el pico, haciéndolo poroso, provocando deformaciones y facilitando su ruptura. Si se parte el pico el periquito prácticamente estará condenado a morir de hambre. Los ácaros no son muy contagiosos, entre periquitos adultos el contagio es posible, aunque sí que se produce entre la periquita y sus crías al alimentarlos, y también es más probable entre periquitos emparejados. No se transmite a los humanos. Entre el contagio y la aparición de las síntomas pueden pasar varios meses, un periquito infectado en el nido empezará a mostrar las típicas costras a los 4 - 8 meses de edad aproximadamente. Un periquito sano con el sistema inmune en buen estado puede vivir mucho tiempo con los ácaros sin que muestre síntomas, que se evidenciarán si pasa por otra enfermedad o si vive una situación de estrés o esfuerzo (un cambio de ambiente, cría. ).

Las costras primero suelen mostrarse en las comisuras del pico, donde coinciden las dos mitades. Son abultados, de color blanco, grisáceo a amarillento y no se quitan con facilidad. En esta región se suelen perder algunas plumas. Después los ácaros pasan al pico, sobre el que aparecen también las costras, pero menos gruesas. El pico da la apariencia de estar cubierto de harina con agua seca en algunas regiones. Es importante actuar con rapidez cuando los ácaros han llegado a invadir el pico, ya que se corre peligro de que éste se rompa, ya que se vuelve muy quebradizo. Los ácaros ahora también invaden las regiones alrededor de la cloaca, las piernas y la región que rodea los ojos, produciendo un fuerte escozor. El periquito se rasca mucho y parece intranquilo.

El tratamiento no es muy complicado, en casos leves incluso se puede intentar tratar la enfermedad con aceite de parafina (en farmacias), y si no se puede conseguir, aceite de cocina normal o vaselina. El pico y las regiones con las costras se untan dos veces al día con el aceite, por ejemplo con un bastoncillo de algodón o un pincel de pintar acuarelas. Este tratamiento actúa obstruyendo las aperturas de los túneles cavados por los ácaros, con lo que éstos se asfixian. Ofrece la ventaja de no tener ningún peligro para la salud del periquito, al no ser venenoso. Aún así, procura que el periquito no trague nada del aceite, ya que le provocaría diarreas. Procura también proteger los ojos. Aunque las costras se caerán en pocos días seguirá habiendo ácaros bajo la piel, y hay que prolongar el tratamiento durante al menos dos semanas para que tenga efecto duradero.

Aunque el aceite representa un buen "remedio casero", según el caso muchas veces es mejor recurrir a otro tipo de tratamiento, sobre todo si la infestación es fuerte, se concentra alrededor de los ojos o si el periquito afectado no está acostumbrado a la mano y se estresa mucho con el tener que cogerlo dos veces al día. Para el tratamiento de los ácaros del pico se suele utilizar un fármaco llamado Ivomec (u otro que actúe de forma parecida), que el veterinario aplica en la nuca o bajo las alas del periquito desde donde difunde al resto del organismo y actúa como veneno de contacto para los ácaros. A veces también se administra por vía oral. La principal ventaja es la efectividad del tratamiento, normalmente solo hace falta repetirlo uno o dos veces para erradicar los ácaros definitivamente. Pero no deja de ser un veneno bastante fuerte, que tampoco es sano para el propio periquito. Por tanto SOLO se debe aplicar bajo supervisión veterinaria.

No son muy recomendables las pomadas que se venden en las tiendas para el tratamiento de ácaros, por ejemplo de la marca Tabernil, Hagen, etc. Son muy agresivos, provocan una fuerte irritación de la piel, y su efectividad contra los ácaros es demasiado baja como para justificar los fuertes efectos secundarios. ¡Nunca se pueden aplicar cerca de los ojos, si entran en el ojo provocarían ceguera! Los malófagos son pequeños parásitos alargados que a primera vista se parecen a las pulgas (pero pertenecen a los llamados "piojos mordedores"), de escasa movilidad, y que miden unos 2 - 3 mm. Viven entre las plumas del periquito y se alimentan de ellos, como consecuencia, el plumaje pierde brillo y parece desordenado. Mirando bien, se ven las plumas comidas. Los periquitos afectados se limpian y rascan mucho y se muestran intranquilos, sobre todo por la tarde - noche, que es cuando los malófagos son más activos. Los malófagos depositan sus huevos entre las plumas y se alimentan de las plumas y de las células muertas de la piel, algunas especies también de sangre. Se transmiten fácilmente de un periquito a otro, y las especies que afectan a los periquitos solo afectan a aves, no a mamíferos.

Normalmente la infestación no es peligrosa y fácil de tratar, únicamente en periquitos debilitados, crías o si es muy fuerte puede debilitar las aves hasta tal punto de poner en peligro su vida. En cualquier caso, los malófagos resultan bastante molestosos para el periquito: produces escozor y permeabilizan el plumaje. El tratamiento consiste en la aplicación de un antiparasitario específico sobre el propio periquito. Para dar con el preparado adecuado y aplicarlo sin poner en peligro al propio pájaro conviene acudir al veterinario.

Ácaro rojo / ácaro de las perchas Bajo este nombre se conoce un pequeño parásito con el nombre científico de Dermanyssus gallinae. Mide entre 0,7 y 1,1 mm. Durante el día se esconde en pequeños rincones del entorno del periquito, por ejemplo, en las perchas, donde se reproduce. El desarrollo de un ácaro adulto desde el huevo solo tarde dos días a temperatura ambiente, por lo que la reproducción es muy rápida y una infestación rápidamente se hace muy intensa.

Por la noche el parásito sale de su escondite y busca al periquito para picarlo. Éste como consecuencia de esta invasión nocturna se muestra intranquilo durante las noches, se mueve mucho dentro de la jaula y se rasca. Repetidos ataques de pánico nocturnos pueden dar una pista sobre una infestación con ácaros rojos. Los parásitos no son visibles sobre el periquito, pero una manera de demostrar una infestación es cubrir la jaula durante la noche con una sábana blanca. Si se retira la sábana temprano por la mañana (antes de salir el sol) se verán pequeñas manchas rojizas sobre ella: los propios ácaros. El tratamiento principalmente consiste en eliminar los ácaros del entorno del periquito. Todas las perchas de madera deben sustituirse, cualquier otro utensilio de plástico (comederos, juguetes. ) lavarse con agua hirviente y un cepillo, aunque es mejor también sustituirlos. También hay que dar una limpieza a fondo a la propia jaula. Además es recomendable aplicar un acaricida específico en spray que se puede comprar en clínicas veterinarias o tiendas de animales. No hace falta tratar a los propios periquitos, ya que los ácaros por el día no se encuentran es su plumaje.

También hay que desinfectar el entorno de la jaula, con el acaricida y lavando cualquier objeto de tela que pueda haber (cortinas, alfombras. ). Conviene colocar la jaula en otro lugar por unas dos semanas (durante los cuales se hará la limpieza del entorno) para asegurarse de que eventuales ácaros supervivientes no se encuentren con los periquitos de nuevo. ¡Los ácaros rojos también pican a los humanos! Provocan unas picaduras parecidas a las de pulga, pero no son peligrosos.

Este parásito con el nombre científico de Sternostoma tracheacolum mide unos 0,7 mm y habita en los sacos aéreos de los periquitos. Estos son unas estructuras que complementan a los pulmones, funcionando como reserva de aire y también para hacer más ligero el cuerpo para así poder volar. El buen funcionamiento de los sacos aéreos es vital para el periquito, y la infestación con ácaros en ellos es bastante peligrosa. Al principio de la enfermedad los periquitos cantan menos, e incluso les cambia la voz, se vuelve ronca. Además el periquito respira forzosamente, moviendo la cola con el ritmo de la respiración y respira con el pico abierto. Después de un esfuerzo (por ejemplo, al volar), se oye la respiración, en fases más avanzadas siempre.

Además el periquito tose y regurgita sin que salgan mucosidades. Progresivamente los síntomas se hacen más evidentes, si no se trata, al final el periquito muere asfixiado. Entre el contagio y la aparición de las síntomas puede haber varios meses, pero una vez aparecida la enfermedad el progreso es rápido y hace falta un tratamiento inmediato para evitar daños mayores. Los ácaros de los sacos aéreos son contagiosos entre periquitos que viven en la misma jaula, a través del contenido del buche pero sobre todo a través del agua de bebida. Si un periquito afectado bebe luego habrá ácaros en el agua que pueden transmitirse al resto de los periquitos. Por tanto, si en un grupo aparece un caso hay que tratar a todos los periquitos, aunque parezcan sanos. La enfermedad no se transmite a los humanos.

¡Es imprescindible consultar a un veterinario especializado en aves! Un periquito sin el tratamiento correcto tarde o temprano muere. El tratamiento normalmente cosiste en la aplicación de un fármaco (normalmente Ivomec) en la nuca del periquito, que difunde por todo el cuerpo y actúa como un veneno de contacto, o también aplicado por vía oral. El tratamiento se suele repetir varias veces con pocos días de distancia. Además es necesaria una higiene estricta, sobre todo de los bebederos. Hasta que el tratamiento haya concluido el periquito no debe soltarse a volar ni permitir que haga cualquier otro esfuerzo grande.

El parásito intestinal más frecuente de los periquitos es una lombriz intestinal con el nombre científico de Ascaris. Sobre los periquitos que viven en pajareras de exterior con suelo natural tienen un alto riesgo de contagiarse, ya que toman los huevos de los parásitos del suelo. Pero también pueden contagiarse periquitos "domésticos", frecuentemente a partir de periquitos nuevos que ya han sufrido la infestación en el criadero. El contagio se produce a través de los huevos del parásito que los periquitos enfermos excretan con sus heces. Los huevos eclosionan en el tracto digestivo del periquito y las lombrices adultas pueden alcanzar hasta 3 cm. de largo. Un periquito afectado sufre diarreas y pierde peso. En el vientre se pueden observar las asas intestinales hinchadas a través de la piel. Los lombrices excretan un tóxico que actúa sobre el sistema nervioso central, haciendo que el periquito sufra parálisis parciales o tuerce el cuello de forma extraña. Si la infestación es muy fuerte los parásitos pueden obstruir el tracto digestivo, por lo que el periquito muere.

El tratamiento se hace con un antiparasitario interno que normalmente se aplica con el agua de bebida (para asegurar que los periquitos lo tomen en cantidades suficientes, durante el tratamiento se debe suprimir todas las frutas, verduras y otros alimentos ricos en agua de la dieta) o directamente en el pico. Hay que tratar a todos los periquitos que hayan estado en contacto con el enfermo. Para dar con el fármaco adecuado conviene ir al veterinario, que seguramente hará un análisis de las heces del periquito. Durante y al finalizar el tratamiento hay que extremar la higiene y desinfectar la jaula, todos los accesorios y el entorno. Conviene cubrir el suelo de la jaula durante esta época con papel de periódico y cambiarlo tres veces diarios. El periquito infestado no debe entrar en contacto con sus heces.

Es una enfermedad parasitaria producida por un protozoario flagelado llamado Trichomonas gallinae, de tamaño microscópico, que se desarrollan en el buche y el esófago de los periquitos (y otras aves). Entran bajo la mucosa, creando tubérculos amarillentos e incluso, en casos avanzados de la enfermedad, se extienden a otros órganos como el hígado o el corazón. Pueden entrar en la circulación sanguínea, llegando hasta los riñones, huesos y el cerebro, donde se crean abscesos que provocarán la muerte del periquito. Los trichomonadas pueden sobrevivir un cierto tiempo fuera del organismo, mientras el ambiente sea húmedo (¡bebederos con mala higiene!) y contagiar a más periquitos. También se transmiten entre periquitos emparejados y de madre a las crías al alimentarlos. La enfermedad sobre todo afecta a periquitos jóvenes y con el sistema inmune debilitado, además una carencia de vitamina A hace a los periquitos más propensos a la infestación con los trichomonadas.

Las síntomas son: el interior del pico se recubre con una segregación gris oscura, que se quita fácilmente. El periquito desprende un olor muy desagradable a pescado viejo. Sufre diarrea y las heces son verdes. El periquito respira con dificultad, aparece apático, regurgita mucosidades malolientes, y sin tratamiento, muere tras pocas semanas. El veterinario puede diagnosticar la enfermedad mediante un análisis microscópico del contenido del buche, y la existencia de los tubérculos en órganos internos mediante una radiografía. Para el tratamiento es imprescindible contar con un veterinario, que recetará fármacos que normalmente se tienen que aplicar directamente en el pico durante varios días seguidos. Es recomendable tratar a todos los periquitos, aunque parezcan sanos, que hayan estado en contacto con un periquito enfermo. Además hay que desinfectar la jaula y todos los utensilios a fondo con un producto apropiado o agua hirviente, y, mientras dura el tratamiento, cambiar el agua varias veces diarias. Es recomendable aplicar un preparado vitamínico con el agua.

Enfermedades del sistema digestivo Normalmente el pico se desgasta lo suficiente como para no crecer excesivamente, mientras el periquito disponga de algo para desgastárselo: piedras de calcio, escudos de sepia, ramas frescas para despedazar, frutas y verduras duras como zanahorias. Cosas que no deberían faltar en ningún momento.

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Cuando existe cirrosis se generan problemas de diversa índole (Figura 3), que a su vez dan origen a situaciones que requieren atención médica especializada. Uno de los principales problemas es que se bloquea el normal flujo de sangre a través del órgano, generando una situación de alza en la presión sanguínea sectorizada, en las venas del abdomen. Esto se denomina HIPERTENSIÓN PORTAL. Ello puede llevar por una parte a la acumulación de líquido en el abdomen, (lo que se conoce como ASCITIS, y por otra parte a la dilatación de las venas ubicadas en el interior del abdomen. El aumento de la presión en dichas venas condiciona la aparición de venas dilatadas en el esófago (VÁRICES ESOFÁGICAS) o estómago (VÁRICES GASTRICAS). La cirrosis también lleva a la pérdida progresiva de las múltiples tareas que el hígado realiza, como son la formación de proteínas, tanto estructurales como de defensa; la regulación de los niveles sanguíneos de variadas moléculas como por ejemplo la glucosa, insulina, hormonas sexuales, colesterol o triglicéridos; la formación de la bilis para la digestión de alimentos; la depuración de bacterias o toxinas, como fármacos o el alcohol; además del rol de almacenamiento de nutrientes, minerales y vitaminas. Esta situación se hace evidente sólo cuando el daño del hígado es severo, apareciendo coloración amarilla de la piel o mucosas (ICTERICIA). También el paciente puede experimentar alteraciones de conciencia (perdida de memoria, pérdida de la orientación en el tiempo o el espacio, pérdida del equilibrio, temblores, o somnolencia) lo que se llama ENCEFALOPATÍA HEPÁTICA, la que se cree se debe a una suerte de "intoxicación del cerebro", muchas veces asociado a síntomas generales como pérdida de peso y/o debilidad.

Finalmente, la cirrosis es uno de los principales factores de riesgo para el desarrollo de CÁNCER DEL HÍGADO (llamado también HEPATOCARCINOMA). En nuestro país la gran mayoría de los cánceres del hígado se desarrollan en un hígado cirrótico (sobre el 85%). Los detalles más relevantes de las complicaciones de la Cirrosis son:

1. La hemorragia digestiva alta por rotura de várices esófago gástricas, complicación grave que siempre tiene un riesgo elevado de morir directamente por ella o por complicaciones asociadas. Por ello requiere siempre de terapia precoz, con endoscopia y fármacos específicos, así como de ingreso en una unidad de cuidados intensivos. La mortalidad global por ella, esta entre el 15 y 30%, dependiendo de la experiencia del equipo médico, así como de lo avanzado que esté el daño hepático en el individuo. 2. La acumulación de líquido en el abdomen, conocida como Ascitis, suele tener una cuantía variable e instalarse lentamente en la mayoría de los casos. Su aparición es señal de una enfermedad hepática avanzada, con un pronóstico de vida pobre a 5 años plazo. La ingesta de sal excesiva así como algunos medicamentos, especialmente anti-inflamatorios suelen agravarla o desencadenarla. Su tratamiento es con reposo, dieta pobre en sal, y diuréticos.

3. El deterioro neurológico conocido como encefalopatía hepática o coma hepático, caracterizado por un trastorno funcional y reversible del sistema nervioso. Se produce por la menor capacidad del hígado para eliminar toxinas con efecto sobre el cerebro; la más conocida es el amonio. Pueden desencadenarlo una multitud de situaciones clínicas, las mas importantes son la hemorragia digestiva, las infecciones, y la insuficiencia renal, también pueden hacerlo el estreñimiento, las trasgresiones alimentarias, las pérdidas de líquidos o sales (vómitos y/o diarrea), y el uso de sedantes o inductores del sueño. Los síntomas suelen ser muy variados desde leves alteraciones del lenguaje, del ánimo, de la motricidad fina o del equilibrio, hasta el coma, pasando el comportamiento francamente inadecuado, la desorientación, el lenguaje incoherente y la somnolencia. El tratamiento requiere de suspensión temporal de diuréticos y psicofármacos, acelerar el transito intestinal, a veces con enemas, mas una dieta baja en carnes, todo ello unido a fármacos específicos. Según la magnitud de cada caso se podrá tratar en forma ambulatoria u hospitalizada. ADVERTENCIA; LA DETECCIÓN DE UNA DE ESTAS COMPLICACIONES; ASCITIS, ENCEFALOPATÍA, HEMORRAGIA DIGESTIVA POR VÁRICES, O DE UN HEPATOCARCINOMA, CAMBIA Y ENSOMBRECE DRAMATICAMENTE EL PRONOSTICO DE VIDA DEL PACIENTE, POR LO QUE SIEMPRE DEBE EVALUARSE EN ÉL, LA FACTIBILIDAD DE EFECTUAR UN TRASPLANTE DE HÍGADO.

LO QUE TODO ENFERMO DEL HIGADO DEBE SABER O NO PUEDE DESCONOCER Hay algunas complicaciones determinadas por el daño hepático que en si mismas tienen un alto riesgo de mortalidad, y que pueden ser prevenidas o tratadas a tiempo, mejorando mucho su pronóstico.

Ellas son la hemorragia digestiva, las infecciones y el desarrollo de un cáncer hepático. HEMORRAGIA DIGESTIVA POR VARICES ESOFAGO GASTRICAS

La principal causa de muerte en los cirróticos sigue siendo la hemorragia digestiva por varices esófago gástricas Esta complicación se debe a la rotura de las venas dilatadas del esófago o estómago, la que se manifiesta por vómito de sangre o de color café negruzco, o deposiciones negras y/o con restos de sangre. Esta complicación tiene una mortalidad alta especialmente, si no se actúa rápidamente. Siempre hay que hospitalizar y realizar estudio y tratamiento para detener el sangrado e impedir que nuevas complicaciones se agreguen.

¿Cómo prevenirla? Esta complicación puede prevenirse si se detectan a tiempo várices grandes o con señales de riesgo alto de rotura en su pared (manchas rojas). Ello se hace con un estudio endoscópico del esófago y estómago. Por ello todo paciente enfermo del hígado debe hacerse precozmente este estudio de endoscopia para evaluar la existencia o no de varices.

De existir várices grandes o con signos de riesgo debe iniciarse un tratamiento que prevenga esta complicación, lo que se puede hacer o con un fármaco que hay que tomar diariamente, o con un procedimiento endoscopico de sellado de las várices (ligadura elástica). El término hígado graso se refiere a una enfermedad del hígado caracterizada por acumulación de ácidos grasos y triglicéridos en las células hepáticas (hepatocitos). El alcohol es una causa frecuente de hígado graso, y es un factor que siempre debe considerarse en un paciente con hígado graso. En este artículo nos referiremos a la esteatosis hepática no asociada al consumo de alcohol. La acumulación de grasa en los hepatocitos puede llevar a inflamación hepática, con la posibilidad de desarrollar fibrosis y finalmente terminar en el daño hepático crónico (o cirrosis).

La obesidad y el sobrepeso son las causas más importantes de hígado graso. El hígado graso se conoce de varias formas:

  • Hígado graso: Término general. Cuando no es por alcohol es conocida como hígado graso no alcohólico, en inglés NAFLD (non-alcoholic fatty liver disease).
  • Esteatosis hepática: Acumulación de grasa en el hígado, sinónimo de hígado graso.
  • Esteatohepatitis no alcohólica: Cuando la acumulación de grasa en el hígado también es acompañada por un proceso inflamatorio. En inglés se conoce como NASH (non-alcoholic steatohepatitis).
  • Esteatohepatitis metabólica: También se ha propuesto llamar a esta enfermedad esteatohepatitis metabólica (metabolic steatohepatitis; MESH).

Un paso crítico en el tratamiento del hígado graso es un cambio en los hábitos de alimentación, reduciendo las comidas calóricas y los excesos de grasa. La causa de la acumulación de grasa en el hígado no se conocen con certeza, pero hay algunos mecanismos que han demostrado ser muy importantes en el desarrollo de la enfermedad:

  • Resistencia a la insulina.
  • El estrés oxidativo.
  • Liberación de citokinas.

El hallazgo de hígado graso es extremadamente frecuente. Esta enfermedad está asociada con los siguientes factores de riesgo:

  • Obesidad y sobrepeso.
  • Sedentarismo.
  • Diabetes.
  • Hipercolesterolemia.
  • Hipertrigiceridemia.

Sin embargo, cada vez es más común encontrar personas con hígado graso sin estos factores de riesgo. No todas las personas con hígado graso desarrollan complicaciones o daño hepático crónico.

En Chile, un estudio realizado por el Departamento de Gastroenterología de la Universidad Católica de Chile muestra que la prevalencia de hígado graso en la población general de Santiago es del 23%. El hígado graso es habitualmente asintomático, y se descubre sólo después de una ecografía (o ultrasonido) abdominal que muestra el hígado con aumento de ecogenicidad (“brillante”). La otra manera de llegar al diagnóstico es a través del hallazgo de aminotransferasas (transaminasas) elevadas en un análisis de sangre rutinario o por cualquier otra razón. Algunas personas se quejan de dolor leve a moderado abdominal en el hipocondrio derecho (la zona donde se encuentra el hígado). Sólo un pequeño porcentaje de los pacientes desarrollan síntomas de insuficiencia hepática con elevación de bilirrubina o síntomas como ascitis o encefalopatía hepática.

Una parte fundamental del tratamiento consiste en un cambio de hábitos alimenticios, dejando comidas calóricas y exceso de grasas El diagnóstico de hígado graso se basa en los hallazgos de la biopsia hepática. Esta muestra acumulación de grasa en los hepatocitos, y también puede haber diversos grados de inflamación y fibrosis.

Aunque la biopsia hepática es el único examen que certifica el diagnóstico y es un procedimiento de bajo riesgo, no todas las personas con sospecha de hígado graso son sometidas a este procedimiento. Es común hacer el diagnóstico presuntivo de hígado graso en alguien con imágenes sugerentes (ecografía, tomografía computada o resonancia magnética). La biopsia hepática es, sin embargo, la única prueba que distingue entre “esteatosis simple” (acumulación de grasa) y “esteatohepatitis “(grasa asociada a inflamación y fibrosis). Algunas personas con hígado graso tienen adicionalmente elevación de las transaminasas o aminotransferasas en la sangre (SGOT y SGPT, también conocidas como ALT y AST). En estos casos es importante descartar otras causas de inflamación hepática, como la infección por virus de hepatitis B y hepatitis C, la hemocromatosis y la hepatitis autoinmune, entre otros.

La mayoría de las personas con hígado graso no desarrollará una enfermedad con consecuencias graves. Aproximadamente el 20% de los sujetos puede tener algún grado de fibrosis hepática en la biopsia, que puede progresar a etapas más avanzadas de la enfermedad, como cirrosis y cáncer hepático. El hígado graso es probablemente la causa más común de cirrosis criptogénica (cirrosis, sin causa aparente). El tratamiento del hígado graso consiste fundamentalmente en la normalización del peso y aumentar la actividad física. La obesidad y el sobrepeso, principales factores de riesgo son modificables mediante cambios en el estilo de vida. Otras recomendaciones incluyen evitar el alcohol y los medicamentos innecesarios.

En los pacientes que se encuentran en etapas más avanzadas de la enfermedad (inflamación o fibrosis hepática importante), algunos medicamentos pueden ayudar, como antioxidantes (vitamina E) o agentes sensibilizadores a la insulina. El uso de pioglitazona, que ha demostrado beneficios normalizando las aminotransferasas y la histología hepática, sigue siendo algo controversial. 1. ¿Qué es el hígado graso? El hígado graso es una enfermedad en la que el hígado aumenta el contenido de grasas (triglicéridos y colesterol). Esto puede hacer que el hígado aumente de tamaño y tome una coloración amarillenta, llegando.

Si Ud. tiene cirrosis o alguna enfermedad hepática, le interesarán estos consejos sobre la alimentación, dieta y nutrición. Las transaminasas o aminotransferasas son exámenes que indican inflamación hepática. Este examen está alterado casi por definición en todas las hepatitis.

Las enfermedades hepáticas como la hepatitis y la cirrosis, podrían cambiar la manera en que el cuerpo utiliza los nutrientes de los alimentos. Es posible que algunas personas con enfermedades del hígado no obtengan suficientes nutrientes y pierdan peso. Una dieta para enfermedad del hígado proporciona la cantidad correcta de calorías, nutrientes y líquidos que usted necesita para controlar los síntomas de una enfermedad hepática. El dietista trabajará con usted para elaborar un plan alimenticio basado en el tipo de enfermedad hepática que usted tenga. Es muy importante consumir cada día una variedad de alimentos de todos los grupos alimenticios para permanecer en un peso saludable. Es posible que usted no sienta hambre o que se sienta lleno inmediatamente después de comer. Tome de 4 a 6 comidas pequeñas a lo largo del día para asegurarse de consumir suficientes calorías. Pregunte al dietista cuántas calorías y cuánto de lo siguiente usted debería consumir cada día:

  • Proteína: Es importante consumir la cantidad correcta de proteínas cuando se tiene una enfermedad en el hígado. Los siguientes alimentos son buenas fuentes de proteínas. La cantidad de proteínas (en gramos) están enseguida de cada alimento.
    • 3 onzas de carne, puerco, pavo, pollo o pescado (21 gramos)
    • 1 taza de leche o yogur (8 gramos)
    • 1 huevo grande (7 gramos)
    • 2 cucharadas de crema de cacahuate (7 gramos)
    • ½ taza de tofu (7 gramos)
    • ¼ de taza de requesón (7 gramos)
    • 1 onza de queso (7 gramos).
    • ½ taza de frijoles pinto, riñón o blanco cocidos (3 gramos).
  • Grasas: Algunas personas con enfermedad en el hígado tienen problemas para digerir y absorber la grasa. La grasa que no se digiere, es eliminada a través de las evacuaciones intestinales. Si usted tiene este problema de salud, es posible que necesite consumir menos grasas. Pida al médico o dietista mas información acerca de una dieta baja en grasas.
  • Carbohidratos: Los carbohidratos se encuentran en el pan, pasta, arroz, cereal, granos (arroz, avena) y vegetales con almidón (papas, elote, chícharos). La enfermedad del hígado podría provocar que los niveles de azúcar en la sangre se eleven o bajen demasiado en algunas personas. Es posible que usted necesite controlar la cantidad de carbohidratos que consume para ayudarlo a controlar los niveles de azúcar en la sangre.

Pregunte al dietista si usted necesita limitar o evitar algunos alimentos. Esto dependerá del tipo de enfermedad hepática y otros problemas de salud que usted tenga.

  • Sodio: Es posible que usted necesite disminuir la cantidad de sodio en la dieta si su cuerpo está reteniendo líquidos. Cuando usted retiene líquidos, tendrá inflamación en el cuerpo. Pida mas información al médico acerca de una dieta baja en sodio. Algunos alimentos que contienen altas cantidades de sodio son:
    • Sal de mesa
    • Tocino, chorizo y carnes gourmet
    • Vegetales enlatados y jugo de vegetales
    • Comidas congeladas y bocadillos empaquetados, como papas fritas y pretzels
    • Salsa de soya, de barbacoa y teriyaki
    • Sopas
  • Líquidos: También es posible que necesite consumir menos líquido si tiene inflamación. Los líquidos incluyen el agua, leche, jugo, gaseosa y otras bebidas. Algunos alimentos contienen líquido, como las sopas. Los alimentos que son líquido a temperatura ambiente, como las gelatinas o paletas de hielo, también deben contarse como líquido. Pregunte al dietista cuánto líquido debería beber cada día.
  • Alcohol: Evite el alcohol porque podría empeorar la enfermedad del hígado. Hable con el médico si tiene preguntas acerca del alcohol en la dieta.

El dietista podría pedirle que tome suplementos vitamínicos y minerales. Tome solo el suplemento que el médico le recomiende. Hable con el dietista acerca de otros cambios que necesita realizar en la dieta. La enfermedad hepática podría provocarle problemas de salud que usted puede controlar a través de cambios en la dieta.

Si usted no sigue la dieta para enfermedad del hígado, los síntomas de la enfermedad hepática podrían empeorar. Es posible que usted desarrolle otros problemas de salud.

  • Gana o pierde mucho peso dentro de un corto periodo de tiempo.
  • Tiene preguntas o inquietudes acerca de la dieta para enfermedad del hígado.

Always consult your healthcare provider to ensure the information displayed on this page applies to your personal circumstances. ¿Qué alimentos nos ayudan a proteger el hígado? Es el principal encargado de desintoxicarnos y expulsar toxinas filtrando la sangre. El buen funcionamiento del cuerpo pasa por la actividad del hígado. En Viviendosanos.com te contamos alimentos beneficiosos para el hígado.

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Aprovecha la oportunidad para actualizar tus conocimientos en el manejo de la cirrosis hepática” Aprovecha la oportunidad para actualizar tus conocimientos en el manejo de la cirrosis hepática"

Las células del hígado lesionadas o dañadas conducen a la formación del tejido cicatricial no funcional dentro del hígado. La condición se llama ‘cirrosis hepática’. El tejido hepático sano es reemplazado por el tejido cicatricial gradualmente durante la cirrosis. La cicatrización del hígado es causada por las lesiones a largo plazo o el daño a las células hepáticas, lo que produce la pérdida de la función hepática. La cirrosis del hígado en la etapa 4, indica la etapa avanzada de la enfermedad. El hígado juega un papel importante en la digestión y la desintoxicación. La cirrosis afecta gravemente a la función del hígado. Desafortunadamente, la cirrosis hepática no se puede invertir. El tratamiento para la prevención implica sólo la progresión adicional de la enfermedad. Etapas de la cirrosis hepática.

  1. Durante la etapa inicial de la cirrosis, el cuerpo normalmente no presenta ningún síntoma. Se observan los síntomas como la boca seca, la fatiga, la ictericia y se nota la ampliación de la zona superior del estómago. También, a veces, se experimenta la sensación de picor. Estos síntomas indican un problema en la función hepática. La inflamación del hígado y la formación de tejido anormal en el hígado, pueden ser detectados con la ayuda de las pruebas médicas apropiadas. Sin embargo, la progresión de la enfermedad y el deterioro de la función del hígado es muy lenta. Una biopsia ayuda a determinar el avance de la enfermedad. La etapa inicial de la cirrosis del hígado se llama ‘fase compensada “, ya que el cuerpo ha conseguido compensar con éxito y por sí solo todas las deficiencias, que se producen por un mal funcionamiento del hígado.
  2. Durante esta etapa, los tejidos anormales desarrollados en el interior del hígado se transforman en bandas rígidas de los tejidos conectivos. Este proceso se conoce como la fibrosis. La fibrosis y la inflamación del hígado se propagan y afectan a las venas y las regiones circundantes.
  3. A medida que avanza la enfermedad, todas las bandas tiesas comienzan a mezclarse las unas con las otras. Esto conduce a la ampliación de las zonas afectadas. La interrupción de las funciones del hígado es generalmente observada durante esta etapa, ya que la persona experimenta la incapacidad para digerir las grasas. La deficiencia de las vitaminas se puede notar también debido a problemas en la absorción de las vitaminas solubles en grasa.
  4. La etapa final de la cirrosis hepática, se conoce como la etapa de la cirrosis descompensada. Esta etapa es la más temida. El trasplante hepático es la única opción de tratamiento para los pacientes en la etapa descompensada. El empeoramiento de todos los síntomas, se observa durante estas etapas.

Los síntomas de la cirrosis hepática:

  • La fatiga.
  • La sed extrema.
  • Una capa gruesa sobre la superficie dorsal de la lengua.
  • La anorexia.
  • Las náuseas.
  • La distensión abdominal.
  • El dolor sordo en el área del hígado.
  • Los lunares araña.
  • La contracción del hígado.
  • La ictericia.
  • El intenso prurito en la piel.
  • El edema.
  • La ascitis.
  • Las palmas hepáticas.
  • La fiebre baja.
  • La fatiga severa, el cansancio, la somnolencia inusual.
  • La pérdida del apetito.
  • El dolor del estómago y los calambres.
  • La fácil aparición de los moretones y el sangrado (especialmente en la región abdominal).
  • La confusión, la dificultad en el habla.

La esperanza de vida con la cirrosis hepática.

La cirrosis del hígado en la etapa 4 puede dar lugar a graves complicaciones de la salud, como la hipertensión portal, el agrandamiento del bazo, el endurecimiento del hígado, la disfunción renal y la acumulación de líquidos en el cuerpo. La pérdida de la masa ósea y una disminución en la densidad ósea se pueden notar también. Durante a la función hepática deteriorada, el organismo pierde su capacidad de desintoxicarse, lo que conduce a la concentración de las toxinas en el cuerpo. Esto dá lugar a la confusión severa, incluso el coma. En este mundo moderno, la cirrosis hepática es la tercera causa de muerte después de las enfermedades cardíacas y el cáncer. Hay muchos tipos de cirrosis, basadas en las causas. La cirrosis alcohólica tiene el peor pronóstico, cuando se compara con la cirrosis biliar primaria o la cirrosis inducida por la hepatitis. La esperanza de vida de la cirrosis puede ser alrededor de 15 a 20 años, si la cirrosis es detectada durante una etapa temprana. Si la enfermedad se detecta en la segunda etapa, la esperanza de vida será aproximadamente de 6 a 10 años. Los pacientes en las primeras etapas pueden optar por las últimas opciones de tratamiento, como el trasplante de hígado, las medicinas de ultima generación, etc. Si la cirrosis se diagnostica durante la última etapa, entonces la esperanza de vida será de aproximadamente de 1 a 3 años, dependiendo de la salud general del paciente, la disponibilidad de las tecnologías avanzadas del tratamiento, la gravedad de los síntomas, etc.

La cirrosis hepática no tiene un inicio repentino, se necesitan años de daño para producir las cicatrices perjudiciales y muchos años de abusos para que el hígado deje de funcionar por completo y pasar por alto las condiciones subyacentes y la condición mortal. El tratamiento de la cirrosis puede ayudar a detener o ralentizar la progresión de la enfermedad. Durante la cuarta etapa de la cirrosis hepática, la insuficiencia hepática y otras complicaciones de la salud, pueden conducir finalmente a la muerte de la persona. Ahora que usted sabe, cómo la cirrosis del hígado y la muerte están estrechamente relacionados, no es necesario explicar la importancia de una prueba médica de rutina en su vida. Las pruebas de rutina ayudan a controlar la función del hígado y ayudarán a detectar un problema en una etapa temprana. La cirrosis, generalmente, se detecta durante las pruebas realizadas por algunos problemas de la salud. Un examen semestral de rutina puede ayudar a mejorar las posibilidades de la detección de la cirrosis en una etapa temprana. Publicado por el equipo de Bupa de información sobre la salud, octubre de 2011.

Esta hoja informativa está destinada a quienes padecen de cirrosis inducida por alcohol, o a quienes desean informarse sobre el tema. La cirrosis es una enfermedad en la cual el tejido sano del hígado es reemplazado por tejido cicatrizal que, con el tiempo, impide que el hígado funcione correctamente. La cirrosis inducida por alcohol (también conocida como cirrosis alcohólica) es el término que se usa para describir la cirrosis que ha sido causada por beber cantidades excesivas de alcohol, generalmente, durante muchos años.


En la cirrosis, las células sanas del hígado son gradualmente reemplazadas por tejido cicatrizal en un proceso llamado fibrosis. Si esto ocurre, el tejido del hígado, que debería ser liso, se torna noduloso y duro. La cirrosis inducida por alcohol hace referencia específicamente a la cirrosis causada por beber alcohol. La cirrosis puede también ser causada por infecciones hepáticas, como hepatitis B y C y por algunas enfermedades hereditarias del hígado. La cirrosis es el tipo más grave de un conjunto de enfermedades hepáticas relacionadas al consumo de alcohol. Si usted bebe cantidades excesivas de alcohol, puede contraer enfermedades como enfermedad del hígado graso o hepatitis (inflamación del hígado). La enfermedad simple de hígado graso generalmente puede revertirse al dejar de beber. Las personas que siguen bebiendo en exceso corren riesgo de desarrollar un tipo más grave de enfermedad hepática, como hepatitis o cirrosis.

La cirrosis se clasifica como compensada o descompensada. Si tiene cirrosis compensada, su hígado generalmente puede soportar el daño y continuar realizando la mayoría de las funciones importantes. La mayoría de las personas con cirrosis compensada tienen pocos síntomas o ninguno. Sin embargo, sin tratamiento, es probable que desarrolle cirrosis descompensada (aunque esto puede llevar muchos años). Si tiene cirrosis descompensada, generalmente tendrá síntomas y complicaciones graves.

Es posible que en las primeras etapas de la cirrosis no tenga ningún síntoma y su médico haya detectado signos de daño en el hígado mediante un análisis de sangre de rutina. Los primeros síntomas pueden incluir:

  • pérdida de apetito
  • náuseas y vómitos
  • picazón en la piel
  • pérdida de peso

Sin embargo, a medida que la enfermedad avanza, los síntomas pueden incluir:

  • color amarillento en la piel y/o en la parte blanca de los ojos (esto se llama ictericia)
  • hinchazón del abdomen (barriga) y piernas
  • pérdida de tejido muscular
  • aparición de vasos sanguíneos con forma de araña en la piel
  • hematomas y hemorragias que aparecen con facilidad
  • vómitos de sangre o sangre en las heces (de apariencia negra alquitranada y de olor desagradable)
  • confusión o falta de memoria
  • alta temperatura (fiebre) debido a una infección (es más probable que contraiga ciertas infecciones si tiene cirrosis)
  • cambios sexuales – si es hombre, podría notar que tiene menos vello corporal, testículos más pequeños (atrofia testicular) y más tejido mamario (ginecomastia); si es mujer, podría tener períodos irregulares

La cirrosis no siempre es la causa de estos síntomas, pero si los tiene, consulte a un médico.
Si vomita sangre, sus heces son negras o tiene fiebre, debe buscar atención médica urgente.


El tejido cicatrizal puede restringir el flujo de sangre al hígado, provocando una acumulación de presión en la vena que lleva sangre desde el intestino hasta el hígado (vena porta). A esto se lo conoce como hipertensión portal. A medida que aumenta la presión, la sangre trata de encontrar otra vía hacia el corazón sin pasar por el hígado y expande las venas en la pared del estómago y del esófago. Estas venas expandidas (llamadas várices) pueden sangrar lentamente, causando anemia (una afección en la que hay muy pocos glóbulos rojos en la sangre o no hay suficiente hemoglobina en la sangre). Además existe riesgo de que las várices sangren intensamente y necesite tratamiento de emergencia. La cirrosis puede derivar en insuficiencia hepática. Esto es cuando el hígado deja de funcionar como debería. También puede causar insuficiencia renal (síndrome hepatorrenal) y daño cerebral (encefalopatía).

Si tiene cirrosis, es más probable que desarrolle cáncer de hígado.

Una de las muchas funciones del hígado es procesar el alcohol que usted bebe. El hígado puede controlar cierta cantidad de alcohol pero si bebe mucho y con regularidad, puede forzarlo en exceso.

Su hígado generalmente puede repararse y regenerarse solo. Pero si las células están muy dañadas, el tejido hepático puede quedar cicatrizado permanentemente A medida que se acumula el tejido cicatrizal, el hígado no puede funcionar con la misma eficacia. Entonces tendrá menos capacidad para procesar sustancias químicas y medicamentos, lo que puede causar la acumulación de sustancias nocivas (toxinas) en su cuerpo. El daño al hígado se produce gradualmente con el paso de los años hasta que deja de funcionar correctamente. La cirrosis inducida por alcohol generalmente es provocada por beber demasiado durante muchos años. No hay una cantidad específica de alcohol que cause cirrosis; las cantidades que pueden causar daño varían según la persona. En general, cuanto más alcohol beba, más probabilidad tendrá de contraer cirrosis inducida por alcohol. No solo afecta a las personas que tienen una adicción al alcohol. Si es bebedor social o bebedor excesivo episódico, también tiene altas posibilidades de contraer cirrosis.

Su médico le hará preguntas sobre los síntomas y le examinará. También puede preguntarle acerca de su historial médico. Su médico podrá remitirlo a un médico hepatólogo (un médico que se especializa en las enfermedades del hígado).
Es posible que necesite una o más de estas pruebas:

  • Análisis de sangre, incluyendo una prueba de función hepática para ver cómo funciona su hígado.
  • Estudios por imágenes como TAC o IRM.
  • Biopsia del hígado, donde se extrae una pequeña porción de hígado con una aguja fina y se examina bajo un microscopio para ver si el tejido está dañado.

Si su médico cree que usted tiene várices en su esófago o estómago, podría tener que hacerse una gastroscopia. Una gastroscopia es una prueba que le permite al médico observar su esófago y estómago mediante el uso de una cámara telescópica delgada y flexible, similar a un tubo, que se llama endoscopio.
Tenga presente que la disponibilidad y el uso de estas pruebas específicas pueden variar de un país a otro. El daño hepático causado por la cirrosis no se puede revertir pero usted puede evitar mayores daños. La mejor forma de hacerlo es dejar de beber alcohol. Si tiene dificultades para dejar de beber, hable con su médico. Podrá ayudarle de varias maneras, por ejemplo, puede recomendarle participar en grupos de apoyo.

Su médico o dietista pueden asesorarle con respecto a su dieta y a complementos nutricionales ya que es importante evitar la desnutrición. Medicamentos

Su médico puede recetarle medicamentos para aliviar los síntomas. Por ejemplo, si tiene hipertensión portal puede recetarle un medicamento betabloqueador para reducir el riesgo de hemorragia. O si tiene hinchazón abdominal, puede recetarle un diurético (pastillas de agua) para ayudarle a eliminar el líquido de su abdomen. Consulte siempre a su médico, y lea el prospecto de información al paciente que viene con el medicamento.

Si usted tiene insuficiencia hepática, un trasplante puede ser una opción. Se trata de una cirugía mayor para extirpar el hígado afectado y reemplazarlo con el hígado sano de un donante. Su médico podrá decirle si esta es una opción adecuada para usted. Si se le hace un trasplante de hígado, no debe beber alcohol por el resto de su vida. La disponibilidad y el uso de los distintos tratamientos pueden variar de un país a otro. Consulte a su médico acerca de sus opciones de tratamiento.


La mejor forma de reducir las probabilidades de tener cirrosis inducida por alcohol es limitar la cantidad de alcohol que bebe, o simplemente no beber alcohol. Dejar de beber alcohol también puede evitar el avance de la cirrosis si ya la tiene. Las pautas actuales en el Reino Unido para beber con moderación son las siguientes:

  • Las mujeres no deben beber regularmente más de dos o tres unidades de alcohol por día.
  • Los hombres no deben beber regularmente más de tres a cuatro unidades de alcohol por día.

Es fácil calcular mal las unidades de bebida que toma. Los siguientes ejemplos pueden ayudarle a llevar un seguimiento de la cantidad que bebe. Téngalos presente para asegurarse de beber con moderación sin exceder los límites.

  • Una pinta de sidra al 6% de alcohol por volumen (apv) son alrededor de 3,4 unidades.
  • Una pinta de cerveza al 5% de apv son 2,8 unidades.
  • Un vaso normal de vino (175 ml) al 13% de apv son 2,3 unidades.
  • Un vaso grande de vino (250 ml) al 12% de apv son 3 unidades.
  • Una medida de aguardiente al 40% de apv al 40% es 1 unidad.

Tenga presente que las pautas para el consumo de alcohol pueden variar de un país a otro. Para más información, consulte a su médico de cabecera.

La cirrosis es la cicatrización del hígado causada por el daño continuo de este órgano a largo plazo. Cada vez que su hígado se lesiona trata de repararse a sí mismo. En el proceso, se forma tejido cicatricial.

El tejido cicatricial reemplaza el tejido sano en el hígado y evita que el hígado funcione correctamente. La cirrosis puede ser fatal si falla el hígado. Sin embargo, por lo general toma años para llegar a esta etapa y el tratamiento puede ayudar a prevenir su progresión.

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Cuando hablamos de azúcar estamos hablando de

  • Azúcar blanco
  • Azúcar moreno
  • Miel
  • Fructosa
  • Siropes y melazas
  • azúcar de coco

Si tenemos que consumir algún tipo de endulzante mejor stevia, melazas y siropes de ágave y arroz, azúcar de coco, pero siempre con mucha moderación. Un desayuno que nos puede aportar un “subidón” de azúcar que será digerido rápidamente en sangre puede ser:

  • Café con azúcar
  • Galletas
  • Cereales azucarados
  • Zumo de frutas con azúcar añadido

Este desayuno proporciona un aumento de los niveles en sangre desproporcionado. El páncreas produce grandes cantidades de insulina que se encarga de reducir el azúcar del nivel sanguíneo.

Pasadas unas horas después del desayuno notamos un “bajón de azúcar” sufriendo los siguientes síntomas:

  • Temblores
  • Agotamiento
  • Irritabilidad
  • Mareo
  • Necesidad de comer algo dulce

Dicho esto podemos asegurar que los azúcares no solo no nos aportan energía sino todo lo contrario, Nos roban esta energía. Algunos especialistas opinan que “los azúcares” son responsables de muchas de las enfermedades que nos aquejan actualmente.

  • Ansiedad
  • Migraña
  • Fibromialgia
  • Depresión
  • Cándidas
  • Retención de líquidos
  • Colesterol
  • Trigliceridos
  • Colon irritable
  • Fatiga crónica
  • Problemas intestinales
  • Osteoporosis
  • Cáncer
  • Sobre peso

La ingesta de azúcar favorece la excreción del magnesio y calcio por la orina agravando enfermedades como artrosis y osteoporosis.

Otra enfermedad muy grave que nos produce el azúcar es la Cándidiasis y como he comentado en otros artículos la Cándidiasis es responsable de la aparición de enfermedades como: Solamente eliminando Azúcar, Lácteos, Trigo, gluten y Sal de nuestra alimentación podemos prevenir y curar muchos de nuestros problemas de salud.

En mis libros puedes encontrar, menús, recetas y dietas semanales para hacerte muy fácil el paso de cambiar tu alimentación actual a una alimentación sana y equilibrada que te ayude a prevenir y curar estas enfermedades. REALMENTE ESTOY MUY ENTUCIASMADA CON LA POCA INFORMACION KE E LEEIDO Y CREEO KE ME SERA MUY UTIL, ATRAVES DE LO POCO KE E LEEIDO, ME E DADO CUENTA KE MI ALIMENTACION ES MUY POBRE, KE POR LO CUAL CADESE DE TODO LOS BUENOS NUTRIENTES, YO TENGO FIBROMIALGIA, Y EN MI ALIMENTACION ME EXEDO DE SAL, TOMO MUCHO CAFE, Y POR SUPUESTO DEMACIADA AZUCAR, POR FAVOR MANDEME MAS INFORMACION, ME GUSTARIA SABER SI ME ES POSIBLE COMPRAR LOS LIBROS, POR KE DESGRACIADAMENTE NO TENGO MUCHO AGSESO A LA COMPUTADORA,POR LO CUAL, ME GUSTARIA TENERLOS EN BULTO, OSEA EN LIBROS, ESPERARE SU RESPUESTA,Y DE ANTE MANO LE AGRADESCO EL KE COMPARTA SUS EXPERIENCIAS CON NOSOTROS, GRACIAS Y HASTA PRONTO

Hola Carolina, no se desde donde me escribes, pero los libros en papel solo están a la venta en España. Puedes adquirir uno de ellos y imprimirlo. Es muy importante hacer el cambio de alimentación que te propongo en ellos para conseguir controlar la enfermedad. Espero haberte ayudado, Un abrazo. Maribel yo real mente no pense que la azucar fuera tan mala real mente a mi en lo personal la azucar no me gusta mucho que digamos la ciento mucho para a los que si les guste mucho por que de eso pudieran morir y esta muy bien lo que ducen el veneno mas dulce nos puede matar en la realidad todo

naguaraaa nii sii quiera yo tenia la mas minima mala idea de lo que es el azucar. pienso que el azucar lo hace mal por que puede causar muchas enfemedades

El esófago es un tubo muscular para alimentos y líquidos, que va desde la parte posterior de la boca (la faringe) hasta la parte superior del estómago. Es relativamente duro y resistente como órganos, construido para llevar la mayor parte del material que los seres humanos ingieren. En su mayor parte, no es un órgano muy complicado. Dependiendo de la altura de la persona, posee cerca de 10 pulgadas de largo (25 cm) y 1 pulgada de diámetro (2-3 cm). La geografía del esófago se divide por lo general en tres secciones: cervical en la parte superior, torácica en el centro, y abdominal en la parte inferior. La parte superior del esófago tiene una puerta, o expresado más anatómicamente, un esfínter, que consiste en un conjunto de músculos conocido como el esfínter faríngeo inferior. Trabajando en sincronización con la lengua y los músculos en la parte posterior de la faringe, este esfínter se abre para permitir que el alimento, el aire y el líquido entren en el esófago, y luego se cierra para evitar la aspiración no deseada. Por supuesto, esto es sólo parte de lo que llamamos 'tragar'.

Una vez pasado este puerta, los alimentos y los líquidos comienzan a bajar por el esófago, por el área que identificamos como la garganta. Los alimentos por lo general descienden con la ayuda de la gravedad, pero las contracciones rítmicas de los músculos que recubren la pared del esófago hacen la mayor parte del trabajo. Este movimiento, conocido como peristalsis, empuja el material hacia abajo así como los intestinos mueven el material desde el estómago hasta el ano. También cerca de la parte superior del esófago existe un enlace con la tráquea, custodiado por la epiglotis, un colgajo de músculo y tejido que se abre y se cierra para permitir que el aire pase a la laringe y a la tráquea. Es fácil comprender que el tiempo del movimiento muscular - esfínter faríngeo, la epiglotis, los músculos del esófago - es importante. Todo el mundo ha tenido la experiencia de una ingestión incorrecta, o "mal tragado" (envío de alimentos por la tráquea), dolor de garganta, dificultad para tragar y quizás atragantarse con un trozo de comida.

Una vez pasada la epiglotis, el esófago es sobre todo una caída recta hacia el estómago. En esta zona torácica, desde el punto de vista quirúrgico, hay sólo dos puntos de interés. Una es el área donde el esófago atraviesa la zona cerca del corazón, específicamente el arco aórtico. El otro está en el agujero donde el esófago atraviesa el diafragma, la membrana que separa la región torácica de la abdominal. Estos puntos de cruce pueden complicar la cirugía. Existe otro esfínter, donde el esófago penetra en el estómago, llamado unión gastroesofágica. Aquí el esfínter se abre para permitir que el alimento entre en el estómago y se cierra para evitar que los fluidos estomacales (biliares, ácidos gástricos) entren en el esófago. Desafortunadamente, este es uno de los puntos débiles del sistema digestivo. La vejez, comer en exceso, la obesidad y un número de enfermedades pueden causar que la unión gastroesofágica funcione mal, permitiendo que los fluidos del estómago pasen al esófago. Cuando esto sucede de vez en cuando, lo llamamos acidez, sensación de ardor o reflujo ácido y tal vez tomamos un antiácido. Cuando esto ocurre a menudo (constituyendo una afección crónica), se convierte en la enfermedad por reflujo gastroesofágico, o GERD.

Una enfermedad común del esófago, al menos en el mundo desarrollado, se inicia con el GERD. Si no se trata, el lavado constante por parte del ácido estomacal daña el tejido del revestimiento del esófago. A medida que el daño progresa, se produce una enfermedad conocida como esófago de Barrett y las células del esófago comienzan a mutar en las células del estómago. Aunque la bioquímica exacta se desconoce, este proceso hace que el área inferior (abdominal) del esófago sea propensa al adenocarcinoma, un tipo de cáncer que se extiende rápidamente de forma cada vez más frecuente. Esta imagen de un trago de bario muestra una longitud de unos 4 a 5 cm en el esófago distal caracterizados por una mucosa irregular nodular con bordes sobresalientes, probable ulceración y la obstrucción significativa para el paso del comprimido de bario. Resultados como éstos son típicamente preocupantes para un proceso neoplásico y por lo general requieren una evaluación adicional con endoscopia y biopsia de tejido.

Como era de esperar, las enfermedades del esófago a menudo se relacionan con lo que comemos, bebemos y respiramos. Fumar tabaco, en particular, tiene muchos efectos desagradables como el cáncer (células escamosas por lo general). El consumo de alcohol fuerte es igualmente destructivo para el tejido del esófago y puede conducir a cáncer de esófago. Los médicos pueden tratar el cáncer de esófago con quimioterapia, radiología y cirugía. La opción quirúrgica es generalmente la eliminación de todo o parte del esófago, una esofagectomía, junto con el tumor (s) y cualquier otro tejido, tales como los ganglios linfáticos afectados por el cáncer. Una esofagectomía para el cáncer, especialmente en la porción abdominal del esófago es una operación muy difícil y complejo. Las técnicas quirúrgicas mínimamente invasivas (por ejemplo, una esofagectomía thoracolaparoscopic) ayudan a reducir el trauma y el tiempo de recuperación.

La primera fase de líquidos claros comenzará 5 días antes de la cirugía. Se le pedirá que solamente beba líquidos claros y es de esperar que se adhiera a esto durante un mínimo de 3 días antes de la cirugía, dependiendo de qué operación vaya a someterse. Los pacientes de bypass gástrico deben seguir la dieta clara durante 5 días. Continuará bebiendo únicamente líquidos claros durante 24-48 horas tras la cirugía y proseguirá con suplementos de proteína según las instrucciones del doctor. El cuerpo necesita tiempo para recuperarse y los líquidos claros le proporcionarán electrólitos y le mantendrán hidratado. Esto incluye agua, Crystal Light y prácticamente cualquier bebida sin calorías y sin azúcar. El Dr. Belsley y su equipo estarán controlando su progreso y observando cómo tolera usted los líquidos bajos en azúcar y no carbonatados, tales como agua, té y caldo. La gelatina sin azúcar es otra opción. Utilice una taza y evite beber de la botella o con pajilla.

Permanecerá en esta fase durante al menos 2 semanas tras la cirugía. Se hartará de líquidos y puede que durante los primeros días no consiga los objetivos de ingesta de fluidos. En esta fase solo debe consumir alimentos líquidos y evitar todos los alimentos sólidos. Su fuente principal de energía y proteína serán los batidos de proteína. Pruebe diferentes batidos y bebidas de proteína antes de la cirugía para contar con algunos de ellos después de la operación. Disponga de diferentes sabores y texturas para añadirle interés y alterne entre bebidas calóricas y bebidas sin calorías a lo largo del día. Asegúrese de beber mucha agua. Tras su primera visita de seguimiento con el Dr. Belsley comentaremos sus progresos y fijaremos una la fecha en la que usted deberá empezar la Fase II. Por favor, advierta que los alimentos de la Fase II no deberían tomarse antes de dos semanas desde la operación.

Como en otras fases de la dieta de cirugía post-bariátrica, el tiempo exacto de la Fase III es variable. La Fase III suele empezar al principio de la semana 5 y continúa durante el resto de su vida. El objetivo es elegir comidas saludables y equilibradas a la vez que realizar cambios en el estilo de vida para convertirse en una nueva persona sana. Su operación bariátrica es permanente. Salvo enfermedad grave, su banda no será retirada ni su operación revertida. Si usted tiene la manga gástrica o el bypass, entonces su anatomía nunca podrá volver a la normalidad. Debido a la naturaleza de la cirugía, debe centrarse en cambiar su estilo de vida. Recuerde que NO está a DIETA, sino que está tomando elecciones saludables para el resto de su vida. Debe renovar su compromiso cada día y atenerse a él.

El colon contiene bacterias que ayudan a descomponer alimentos; es más corto que el intestino delgado pero de mayor diámetro. El páncreas es una glándula que forma parte del sistema digestivo así como un sistema hormonal que controla el azúcar.

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Las zonas afectadas por la cirrosis se ven ampliadas. Los pacientes en esta etapa pueden desarrollar cálculos, ya que no hay suficiente líquido biliar en el hígado.

Puesto que dicho órgano ya no está funcionando bien, hay una acumulación de toxinas, que pueden llevar a trastornos mentales. El cáncer hepático se puede desarrollar en esta etapa. También puede ocurrir daño pulmonar e insuficiencia renal.

Todo esto conduce a una falla hepática total. En el próximo artículo, hablamos sobre los síntomas de la cirrosis, te recomendamos que lo veas, tiene muchas informaciones que con seguridad te serán muy útiles:

Bien, esto ha sido todo por hoy. Esperamos que estas informaciones sobre qué es la cirrosis, sus tipos, etapas y causas te sean de bastante utilidad. Muchas gracias por tu visita y, si lo deseas, déjanos tus preguntas o comentarios más abajo.

Cirrosis hepática y tumores hepáticos La cirrosis se define como la cicatrización y el funcionamiento deficiente del hígado como resultado de una enfermedad hepática crónica. Esta enfermedad se encuentra entre las diez primeras causas de muerte en el mundo occidental.

La cirrosis tiene muchas causas, pero las principales a nivel mundial son las siguientes:

  • La ingesta excesiva de alcohol, es la causa más frecuente de cirrosis en el mundo occidental. En España un 40-50% de los casos de cirrosis son producidos por este factor. Se considera que el tiempo mínimo de alcoholismo necesario para que el tóxico origine una cirrosis es de 10 años. Sin embargo, no todos los pacientes cirróticos han tenido que ser bebedores previamente. Lo que sí se sabe es que, además de ser responsable, por sí mismo, de muchos casos de cirrosis, el alcohol también contribuye a empeorar la función del hígado en pacientes con enfermedades hepáticas de otro origen.
  • El virus de la hepatitis C: El 40% de los pacientes cirróticos en España presenta una infección crónica por este virus, que se demuestra por la presencia de anticuerpos específicos o partículas de virus detectados en la sangre. Alguno de estos pacientes fueron contagiados por recibir transfusiones de sangre antes de 1991, cuando no se conocía el virus y no se hacían pruebas adecuadas a la sangre para comprobar su presencia.
  • El virus de la hepatitis B: Un 10% de los pacientes con cirrosis en España tienen una infección crónica por el virus B. Este porcentaje es superior en países como Japón o los países del sudeste asiático, donde es más frecuente.
  • Otras infecciones: La esquistosomiasis (enfermedad parasitaria producida por gusanos platelmintos), típica de Egipto, o la brucelosis, o la toxoplasmosis pueden producir también hepatitis crónica.
  • Enfermedades autoinmunes: Cuando el organismo no reconoce algunas células de nuestro organismo y produce anticuerpos que las destruyen, como si fueran agentes extraños. Si las células que nuestro cuerpo no reconoce son las células hepáticas éste producirá autoanticuerpos que paulatinamente irán destruyendo las células del hígado.
  • Los defectos en las vías biliares: Son conductos que van recogiendo la bilis que se produce en el hígado y conduciéndola hacia la vesícula y el intestino. Se pueden obstruir por problemas congénitos, de modo que los niños nacen con la alteración y desarrollan la cirrosis en los primeros años de vida. Tanto las vías de pequeño como las de gran tamaño pueden obstruirse. Cuando lo hacen las pequeñas, se puede producir la cirrosis, siendo menos frecuente que ocurra si existe obstrucción de grandes vías. Éstas últimas suelen dar lugar a síntomas precoces que hacen que los pacientes sean diagnosticados y tratados pronto, evitándose la progresión de la enfermedad.
  • La fibrosis quística: es una enfermedad hereditaria por la cual se alteran algunas glándulas de nuestro organismo. En algunos pacientes se puede producir inflamación incluso cirrosis hepática.
  • Hemocromatosis: algunos individuos absorben más cantidad de hierro de lo necesario. Este exceso se deposita en diferentes tejidos del organismo a los que va destruyendo. El hígado es uno de los órganos que se pueden ver afectados por esta enfermedad, llegando a producirse una cirrosis si no se detecta a tiempo. Se trata de una enfermedad hereditaria.
  • Enfermedad de Wilson: Los individuos que la padecen absorben más cantidad de cobre de la cuenta y es este metal el que al depositarse en el hígado lo lesiona. También es una enfermedad hereditaria, por lo que cuando un individuo es diagnosticado se debe estudiar a los demás miembros de la familia con el fin de iniciar el tratamiento antes de que aparezca la cirrosis.
  • Fármacos: En raras ocasiones las lesiones producidas en el hígado por un medicamento son tan graves que pueden dar lugar a una cirrosis. Esto puede ocurrir después de una hepatitis grave producida por un medicamento como el metotrexate (un fármaco que se utiliza para el tratamiento de algunos tumores) la isoniacida, la vitamina A en dosis muy elevadas y algunos otros.


En la mayoría de los casos, con un estudio adecuado, se puede identificar la causa que ha desencadenado la cirrosis. Los procesos patogénicos en la cirrosis son la fibrosis progresiva como consecuencia del daño hepático y la reorganización de la microarquitectura vascular del hígado. En el hígado normal, el colágeno intersticial (I y III) se concentra en los espacios porta y alrededor de las venas centrales, con algunas bandas hacia el espacio de Disse. El colágeno se extiende a los lados de los hepatocitos y compone un delicado entramado de colágeno IV en el espacio de Disse. En la cirrosis, el colágeno I y III se deposita en los lóbulos, creando tractos fibrosos. Se forman nuevos canales vasculares en los tabiques que conectan las estructuras vasculares de la región portal con la venas hepáticas terminales, intercomunicando la sangre alrededor del parénquima. El depósito continuo de colágeno en el espacio de Disse entre el parénquima preservado se asocia a la pérdida de fenestraciones en las células endoteliales sinusoidales. En el proceso, el espacio sinusoidal parece más un capilar que un canal para el intercambio de solutos entre los hepatocitos y el plasma. En particular, la secreción de proteínas producidas normalmente en el hígado, está muy afectada (albúmina, factores de coagulación…) lo que podemos observar en las analíticas.

Las principales células productoras de colágeno en la cirrosis son las células estrelladas perisinusoidales (en el espacio de Disse). Normalmente funcionan como almacén de vitamina A, pero en la cirrosis comienzan a activarse por la acción de citoquinas secretadas por las células de Kupffer y otras inflamatorias que las estimulan para su división y producir grandes cantidades de matriz extracelular. Los síntomas de esta enfermedad son:

  • Dolor o indigestión abdominal.
  • Confusión o problemas para pensar.
  • Impotencia, pérdida del interés sexual y desarrollo de mamas en el hombre (ginecomastia).
  • Náuseas y vómitos.
  • Hemorragia nasal o encías sangrantes.
  • Heces de color pálido o color arcilla.
  • Vasos sanguíneos pequeños, rojos y en forma de araña bajo la piel.
  • Hinchazón o acumulación de líquido en las piernas (edema) y en el abdomen (ascitis).
  • Vómito con sangre o sangre en las heces.
  • Debilidad.
  • Pérdida de peso.
  • Coloración amarillenta en la piel, las membranas mucosas o los ojos (ictericia).

Durante un examen físico el médico puede encontrar los siguientes signos:

  • Hepatomegalia y esplenomegalia.
  • Tejido mamario excesivo.
  • Abdomen expandido (distendido) como resultado de la presencia de demasiado líquido.
  • Palmas enrojecidas.
  • Vasos sanguíneos rojos en la piel en forma de araña.
  • Dedos pequeños o contraídos.
  • Testículos pequeños en el hombre
  • Venas de la pared abdominal dilatadas (ensanchadas, azuladas y visibles a simple vista ).
  • Ojos o piel amarilla (ictericia).

Microscópicamente las características que podemos observar son:

  • Puentes fibrosos septales en forma de cicatrices anchas que unen un espacio porta con otro.
  • Nódulos parenquimatosos formados por proliferación hepatocitaria rodeada por fibrosis.
  • Alteraciones de la arquitectura completa del hígado.

Como consecuencia de los distintos trastornos y en función de la gravedad de los mismos el hígado va a ser incapaz de desarrollar adecuadamente las diferentes funciones fisiológicas que tiene encomendados.

  • Trastornos del metabolismo de los principios inmediatos:
  1. Hidratos de carbono: hipoglucemia debida a alteración en la gluconeogénesis, glucogenolisis y glucogenogénesis.
  2. Lípidos: una insuficiencia hepática puede ser la causa de un déficit de ciertas enzimas que intervienen en el metabolismo lipídico. Así por ejemplo un déficit de LCAT que esterifica colesterol sanguíneo tiene como resultado un aumento del colesterol libre.
  3. Proteínas: la urea se sintetiza en el hígado. Una insuficiencia hepática puede afectar a este proceso provocando encefalopatía hepática por acúmulo de amoníaco. Otras como una disminución de los niveles de urea, trastornos hemorrágicos por déficit de síntesis de factores de la coagulación, déficit de proteínas plasmáticas, etc.
  • Trastornos de la función biliar: las consecuencias más importantes de la alteración de esta función hepática son la ictericia y al detección del flujo de bilis (síndrome de colestasis).
  • Trastornos de la capacidad de detoxificación por biotransformación: como consecuencia de la insuficiencia hepática para eliminar ciertos componentes puede aparecer una cierta intolerancia a aquellas sustancias (fármacos) que deben ser metabolizadas vías hepática, debida a esto, estas sustancias se acumula y llega a provocar múltiples trastornos.
  • Trastornos en el metabolismo de hormonas y vitaminas: dada la gran importancia del hígado en el metabolismo de hormonas y vitaminas una insuficiencia hepática puede ser la causa de alteraciones cualitativas y cuantitativas en estos metabolitos y por tanto de importantes alteraciones fisiológicas. Ejemplo: trastorno en el desarrollo observados en personas cuyo sistema hepático no es capaz de sintetizar la somatomedina hormona imprescindible para el normal funcionamiento para la hormona del crecimiento (GH) ó somatotropina.
  • Hipertensión portal: El aumento de la resistencia al flujo sanguíneo portal aparecen en varias circunstancias que pueden dividirse en pre hepáticas, hepáticas y post hepáticas. Las principales afecciones pre hepáticas son la trombosis obstructiva, el estrechamiento de la vena porta antes de su ramificación dentro del hígado o la esplenomegalia masiva con aumento del flujo sanguíneo en la vena esplénica. Las principales causas post hepáticas son una insuficiencia cardíaca derecha grave, pericarditis constrictiva y obstrucción en la salida de la vena hepática. La causa intra hepática dominante es la cirrosis, responsable de la mayor parte de los casos de hipertensión portal. Otras causas intra hepáticas mucho menos frecuentes son la esquistosomiasis, la degeneración grasa masiva, las enfermedades granulomatosas fibrosantes difusas como la sarcoidosis y otras enfermedades que afecten a la micro circulación portal, como la hiperplasia nodular regenerativa. La fisiopatología de la hipertensión portal es compleja e implica la resistencia al flujo portal en los sinusoides y el incremento del flujo portal causado por la circulación hiperdinámica.
El aumento de la resistencia al flujo portal en los sinusoides se debe a la contracción de las células del músculo liso vascular y miofibroblastos y a la alteración del flujo sanguíneo por la cicatrización y la formación de los nódulos parenquimatosos. Las células endoteliales sinusoidales contribuyen a la vasoconstricción intrahepática asociada a la hipertensión portal a través del descenso de la producción de óxido nítrico, la liberación de endotelina 1 (ET1), angiotensinógeno y eicosanoides. El remodelado sinusoidal y la creación de anastomosis entre el sistema arterial y portal en los tabiques con fibrosis contribuye a la hipertensión portal al imponer presiones arteriales en el sistema venoso portal de baja presión. El remodelado sinusoidal y las derivaciones intrahepáticas también interfieren con el intercambio metabólico entre la sangre de los sinusoides y los hepatocitos. Otro importante factor en el desarrollo de la hipertensión portal es el incremento del flujo sanguíneo venoso portal como consecuencia de la circulación hiperdinámica. Este efecto se debe a la vasodilatación arterial, principalmente en la circulación esplácnica. El aumento del flujo sanguíneo arterial esplácnico provoca, a su vez, el aumento del flujo venoso eferente en el sistema venoso portal. Aunque hay varios mediadores, como la prostaciclina y el TNF, que se han visto implicados en el origen de la vasodilatación arterial esplácnica, el óxido nítrico ha demostrado ser el más significativo entre ellos. Se cree que la producción de óxido nítrico está estimulada por el descenso del aclaramiento del ADN bacteriano absorbido desde el tracto intestinal, debido al descenso de la función del sistema mononuclear fagocítico y la derivación de la sangre procedente del sistema porta hacia la circulación sistémica, con lo cual se evita el paso por la inmensa mayoría de la células de kupffer en el hígado. De acuerdo con esta hipótesis, el tratamiento con antibióticos parece ser beneficioso en modelos experimentales de hipertensión portal. Las consecuencias clínicas más importantes de la hipertensión portal son:
  • Ascitis: Es la acumulación del exceso de líquido en la cavidad peritoneal. En el 85% de los casos, la ascitis se debe a la cirrosis. Normalmente, es clínicamente detectable cuando se han acumulado por lo menos 500 ml. El líquido es seroso, con menos de 3gr/dl de proteínas (principalmente albúmina) y un gradiente de albúmina suero/ascitis de 1,1 gr/dl. La concentración de solutos como glucosa, sodio y potasio es similar a la encontrada en la sangre. El líquido puede contener un número escaso de células mesoteliales y leucocitos mononucleares. La llegada de neutrófilos indica una infección secundaria, mientras que la presencia de células sanguíneas señala un posible cáncer intraabdominal diseminado. En caso de ascitis de larga duración, la fuga del líquido peritoneal a través de los linfáticos transdiafragmáticos produce hidrotórax, más a menudo en el lado derecho.
La patogenia de la ascitis es compleja e implica la participación de los siguientes mecanismos:
  • Hipertensión sinusoidal, que altera las fuerzas de Starling y dirige el líquido hacia el espacio de Disse, del que es retirado por los linfáticos hepáticos. Este movimiento de líquido también se favorece por la hipoalbuminemia debida a la insuficiencia hepatocelular, que condiciona un descenso de la presión oncótica intravascular y, por consiguiente la salida de líquido hacia fuera de los vasos.
  • Percolación de la linfa hepática hacia la cavidad peritoneal: El flujo linfático normal en el conducto torácico se acerca a los 800/1000 ml/día. En caso de cirrosis, el flujo linfático hepático es de 20 litros/día, lo que excede la capacidad del conducto torácico. La linfa hepática es rica en proteínas y pobre en triglicéridos, lo que explica la presencia de proteínas en el líquido ascítico.
  • Vasodilatación esplácnica y circulación hiperdinámica, ambos procesos se han descrito antes, en relación con la patogenia de la hipertensión portal. La vasodilatación arterial en la circulación esplácnica tiende reducir la presión arterial. Al empeorar la vasodilatación, la frecuencia cardíaca y el gasto cardíaco no pueden mantener la tensión arterial y se desencadena la activación de los vasoconstrictores, incluido el sistema renina-angiotensina-aldosterona, y también se incrementa la secreción de la hormona antidiurética. La combinación de hipertensión portal, vasodilatación, y retención de sodio y agua, incrementa la presión de perfusión de los capilares intersticiales, causando la extravasación de líquido a la cavidad abdominal.
  • Derivaciones portosistémicas: Al aumentar la presión en el sistema porta, se invierte el flujo procedente de la circulación portal a la sistémica mediante la dilatación de los vasos colaterales y el desarrollo de nuevos vasos. Aparecen derivaciones venosas en cualquier punto en el que la circulación sistémica y portal comparten los lechos capilares comunes. Los principales lugares son las venas que rodean y penetran en el recto (lo que se manifiesta como hemorroides), la unión esófago-gástrica (produciendo varices), el retroperitoneo y el ligamento falciforme del hígado (incluidas las colaterales periumbilicales y abdominales). El desarrollo de circulación colateral tiene dos consecuencias patológicas fundamentales. Por un lado las hemorragias, que aunque puede producirse una hemorroidal, raramente es masiva o pone en peligro la vida del paciente. Mucho más importantes son las varices esofágogástricas que aparecen en el 40% de los sujetos con cirrosis hepática avanzada y causan hematemesis masiva y muerte en la mitad de ellos. Cada episodio de hemorragia se asocia a una mortalidad del 30%. Las colaterales de la pared abdominal aparecen como venas subcutáneas dilatadas que se extienden desde el ombligo hacia los bordes costales (cabeza de medusa) y constituyen un signo clínico fundamental de la hipertensión portal. La segunda consecuencia fundamental es la aparición de un circuito portosistémico anatómico, de tal forma que los productos absorbidos en el intestino acceden directamente a la circulación general sin ser modificados por el hígado.
  • Esplenomegalia: La congestión de larga evolución causa esplenomegalia congestiva. El grado de aumento de tamaño varía ampliamente y puede llegar a los 1000 gr, pero no se correlaciona necesariamente con otras características de la hipertensión portal. La esplenomegalia masiva puede inducir secundariamente a anomalías hematológicas atribuibles al hiperesplenismo, debido a que el enlentecimiento de la circulación facilita el secuestro y la destrucción de las células sanguíneas lo que conduciría a una trombocitopenia, o incluso pancitopenia.

La colecistitis crónica puede ser consecuencia de repetidos brotes de colecistitis aguda de intensidad leve a grave, pero en muchos casos se desarrolla en ausencia aparente de estos episodios previos. Debido a que en más del 90% de los casos se asocia a colelitiasis, las poblaciones de pacientes se superponen en ambos casos. La evolución de la colecistitis crónica es dudosa, y no está claro si los cálculos juegan un papel directo en el inicio de la inflamación o en el desarrollo del dolor, debido a que la colecistitis acalculosa crónica presenta síntomas e histología similares a las de la forma calculosa. Además, la sobresaturación de la bilis predispone a la inflamación crónica y, en la mayoría de los casos, a la formación de cálculos. Los microorganismos, generalmente E. coli y enterococos, pueden cultivarse de la bilis en un tercio de los casos. A diferencia de la colecistitis cálculosa aguda, la obstrucción del flujo de salida de la vesícula no es un requisito. Sin embargo, los síntomas de la colecistitis calculosa crónica son similares a los de la forma aguda, variando desde cólico biliar a la presencia de un dolor leve del cuadrante superior derecho o molestias epigástricas. La mayoría de las vesículas extirpadas en cirugía electiva por cálculos presentan signos de colecistitis crónica, por lo que uno debería concluir que los síntomas biliares a menudo se desarrollan tras una larga coexistencia de cálculos e inflamación de bajo grado.

La colecistitis crónica no tiene los síntomas llamativos de las formas agudas y se caracteriza por ataques recurrentes de dolor de tipo continuo o cólico, en el epigastrio o cuadrante superior derecho. Las nauseas, vómitos y la intolerancia a las comidas grasas suelen ser síntomas acompañantes. El diagnóstico de las formas agudas y crónicas de la colecistitis es importante por la posibilidad de las siguientes complicaciones:

  • Sobreinfección bacteriana con colangitis o sepsis.
  • Perforación vesicular y formación de abscesos locales.
  • Rotura vesicular y peritonitis difusa.
  • Fístula bilioentérica (colecistoentérica), con drenaje de la bilis a los órganos adyacentes, entrada de aire y bacterias en el árbol biliar, y potencial obstrucción intestinal por cálculos (ileo).
  • Agravación de enfermedades médicas preexistentes, con descompensación cardíaca, pulmonar, renal o hepática.

La cirrosis es una enfermedad hepática que hace referencia a la cicatrización del hígado y al deterioro y mal funcionamiento del mismo. Se produce cuando el tejido sano hepático se sustituye por un tejido cicatrical, el cual, entre otras cosas, provoca un bloqueo de la circulación de la sangre a través del hígado. En consecuencia, este órgano vital no puede desempeñar sus funciones con normalidad. Las causas de su padecimiento pueden ser varias, pero son más frecuentes los casos de cirrosis alcohólica y los vinculados al virus de la hepatitis. En el siguiente artículo de ONsalus vamos a detalles cuáles son todos los tipos de cirrosis y sus causas, así como sus síntomas y el tratamiento más adecuado.

La cirrosis hepática es la consecuencia directa del padecimiento de una enfermedad prolongada en el hígado. A pesar de que las causas de la cirrosis pueden ser varias, las más comunes son:

  • Consumo excesivo de alcohol.
  • Infecciones por hepatitis B o C.

En cuanto a las causas menos frecuentes de esta enfermedad, se encuentran las siguientes:

  • Enfermedades autoinmunitarias: cuando el sistema inmunitario por error ataca a las células sanas del hígado.
  • Consumo de algunos medicamentos.
  • Enfermedades en el hígado hereditarias, como puede ser el caso de hemocromatosis, deficiencia de antitripsina o enfermedad de Wilson.
  • Obesidad.
  • Problemas en las vías biliares.

Según cual sea la causa del deterioro y mal funcionamiento del hígado, se distinguen diferentes tipos de cirrosis hepática, por lo que es muy importante conocerlos todos para saber cuál será el tratamiento médico a seguir en cada uno de los casos. Este tipo de cirrosis nutricional o portal está ocasionada por un consumo excesivo y prolongado de bebidas alcohólicas y es la causa más común y frecuente de cirrosis hepática. Aquellas personas que beben mucho alcohol durante un periodo de tiempo de 10 años tienen un 70% de probabilidad de padecer esta enfermedad hepática en su vida. El alcohol puede llegar a envenenar las células sanas del hígado y ocasionar que se inflamen y mueran.

Esta es la cirrosis causada por una infección del virus de la hepatitis, la cual provoca una inflamación del hígado. Concretamente, la hepatits B y hepatitis C son las causantes de la cicatrización del hígado. Este tipo de cirrosis hace referencia a la enfermedad hepática cuando se desconoce la causa exacta que la provoca. Por lo general, si se realiza una biopsia del hígado, es posible saber cuál es la causa de cirrosis y el tipo de la misma.

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Además, la presencia de síntomas ha mostrado un gran valor pronóstico y, al igual que el grado de reserva funcional hepática, determina la aplicabilidad de los diferentes tratamientos. Así pues, se han determinado 4 parámetros principales que afectan al pronóstico en los pacientes con CHC:

  • La agresividad y la tasa de crecimiento tumoral, (estadío).
  • El estado de salud general del paciente.
  • La función hepática del paciente.
  • Los tratamientos administrados.

El sistema de Estadificación BCLC es el más utilizado en EEUU y Europa. Surgió de la identificación de factores pronósticos en varios ensayos clínicos, conformando una clasificación con estadios.

Los pacientes son clasificados en 5 estadios que a su vez proporcionan también información sobre las mejores opciones terapéuticas. Los 5 estadios son los siguientes:

  • El estadio 0 o muy temprano: es un subgrupo con especial buen pronóstico. Incluye pacientes con cirrosis hepática compensada, con CHC muy inicial, totalmente asintomáticos y que presentan tumores únicos menores de 2 cm, sin invasión vascular ni diseminación. Este estadio muy inicial correspondería al concepto de carcinoma in situ. En estos casos, la cirugía o la ablación por radiofrecuencia ofrecen una alta probabilidad de curación.
  • El estadio A o temprano: es un estadio inicial que incluye a pacientes asintomáticos con función hepática conservada con un CHC solitario o con un máximo de 3 nódulos de hasta 3 cm de diámetro. Estos pacientes pueden tratarse con intención curativa mediante resección quirúrgica, ablación percutánea y trasplante hepático.
  • El estadio B o intermedio: consiste en pacientes con tumores multinodulares que exceden los criterios anteriormente descritos, sin invasión vascular ni extra hepática, con función hepática y estado general conservado. Si la función hepática corresponde al estadio A, los sujetos pueden beneficiarse de tratamiento mediante quimioembolización.
  • El estadio C o avanzado: incluye pacientes con función hepática conservada, pero que presentan un CHC con invasión vascular, invasión extra hepática o con afectación leve del estado general. En este grupo de pacientes, el único tratamiento que hasta la fecha ha mostrado beneficios en términos de supervivencia es el tratamiento con sorafenib.
  • El estadio D o terminal: incluye pacientes que presentan afectación grave del estado general o función hepática muy afectada y que no son candidatos a trasplante hepático. A este grupo de pacientes únicamente se les debe indicar tratamiento sintomático.

- AGENTE: Alcohol que es de características químicas. Otros agentes pueden ser hepatitis B, C y D, enfermedades auto inmunes. enfermedades hereditarias y obstrucción biliar crónica que son de características biológicas

· SEXO: afecta mas hombres que a mujeres · COSTUMBRES: hábitos diarios de alcoholismo y promiscuidad

· CARACTERÍSTICAS QUE LO HACEN SUCEPTIBLE: sea o no alcohólicas o desnutrido, contacto con sustancias químicas como el tetracloruro de carbono, naftaleno clorado, arsénico, fósforo y esquistosomiasis infecciosa. - TOXICA: es la primera causa de cirrosis hepática por el consumo de alcohol en un exceso de un 50% aproximadamente.

- VIRAL: la segunda causa de la cirrosis hepática crónica es producida por los virus del VHB, VHD, y VHC, la hepatitis auto inmune es una enfermedad que se presenta cuando las células inmunológicas atacan los hepatocitos produciendo inflamación crónica y posteriormente cirrosis. - ANTIGENICIDAD: la tercera causa son las determinadas condiciones hereditarias que pueden causar daños permanentes del hígado cuando cursan una acumulación excesiva de metales.

· FISICOS: exceso en consumo de alcohol · BIOLÓGICOS: enfermedades auto inmunes VHB, VHD y VHC

· SOCIALES: disminución en el factor económico y discriminación social · MENTALES: pacientes con síndrome de alcoholismo

· RECURSOS EN SALUD: auto formulación La zona más afectada del hígado comprende los espacios porta y peri portales en que se comunican los conductillos biliares en cada lobulillo para formar conductos biliares, esta zona se inflama y los conductos se ocluyen con bilis y pus espeso. Del hígado intenta formar nuevos condu ctos y por esta razón hay proliferación excesiva de tejido, compuesta en gran medida por los conductos no formados, desconectados y rodeados por tejidos cicatrizados.

- Dialogar con la comunidad a cerca de los posibles riesgos que se pueden adquirir por la ingesta excesiva de alcohol especialmente en los jóvenes. - Explicar los medios por los cuales se puede adquirir las diferentes clases de hepatitis y como evitarlas.

- Realizar cursos psicoprofilacticos explicando a las madres las posibles anomalías congénitas y los riesgos de causa de alcohol, las enfermedades de transmisión sexual y exposición de factores genéticos El hígado sigue funcionando normalmente hasta que no ha suido destruido totalmente sino solo las dos terceras partes de éste.

  • Falta de apetito
  • Cansancio y adelgazamiento
  • Nauseas y vomito
  • Fenómenos de sangrado, coagulopatias
  • Alteración del cerebro con somnolencia y desorientación ( debido a acumulación de amonio en sangra) encefalopatía hepática
  • Edema de miembros inferiores
  • Coloración roja como si estuviera inflamada la palma de las manos
  • Uñas muy blancas
  • Alteraciones de la menstruación en la mujer
  • Impotencia y desarrollo de la mamas.
  • Vigilar y controlar los signos vitales
  • Controlar exámenes de laboratorio midiendo el valor de amoniaco en suero
  • Controlar la dieta y la ingesta de líquidos administrados y eliminados
  • Vigilar los electrolitos y realizar reposición según orden medica
  • Vigilar sangrado y edema.

L gravedad de las manifestaciones de la cirrosis ayudan a categorizar el trastorno en dos presentaciones principales.

La CIRROSIS COMPENSADA, con sus síntomas menos graves y a menudo vago. Puede descubrirse mediante una exploración física de rutina. Las particularidades de las CIRROSIS DESCOMPENSADA resultan de la incapacidad del hígado para sintetizar proteínas, factores de coagulación y otras sustancias.

  1. HEPATOMEGALIA: en los comienzos de la cirrosis el hígado tiende aumentar de tamaño y los hepatocitos llenarse de grasa. Puede haber dolor abdominal por la hepatomegalia rápida y reciente, que genera tensión en la capa fibrosa que rodea la víscera, el hígado disminuye de volumen conforme se contrae el tejido cicatrizal y el parénquima.
  1. OBSTRUCCIÓN PORTAL: en la cirrosis no hay paso libre de la sangre portal, por lo cual esta se desvía al bazo y tracto. Como consecuencia, en los órganos mencionados hay congestión pasiva crónica, es decir están llenos de sangre y no pueden funciona. En tal situación, surgen indigestión y cambios en los hábitos de defecación.
  1. VARICES GASTROINTESTINALES: en el paciente cirrótico se observa distensión en los vasos abdominales, que son visibles en la inspección del abdomen y de los vasos de todo el aparato gastrointestinal.

4. EDEMA: hay producción excesiva de aldosterona, lo cual causa retención de sodio y agua y excreción de potasio. 5. DEFICIENCIA DE VITAMINAS Y ANEMIA: La anemia que suele acompañar a la cirrosis se debe a gastritis crónica o función gastrointestinal inadecuada, junto con dieta insuficiente y disminución de la función hepática.

6. DETERIRO DE LA FUNCION MENTAL: con amenaza de encefalopatía y coma hepático. • HEPATOMEGALIA: en los comienzos de la cirrosis el hígado tiende aumentar de tamaño y los hepatocitos llenarse de grasa. Puede haber dolor abdominal por la hepatomegalia rápida y reciente, que genera tensión en la capa fibrosa que rodea la víscera, el hígado disminuye de volumen conforme se contrae el tejido cicatrizal y el parénquima.

OBSTRUCCIÓN PORTAL: en la cirrosis no hay paso libre de la sangre portal, por lo cual esta se desvía al bazo y tracto. Como consecuencia, en los órganos mencionados hay congestión pasiva crónica, es decir están llenos de sangre y no pueden funciona. En tal situación, surgen indigestión y cambios en los hábitos de defecación. • VARICES GASTROINTESTINALES: en el paciente cirrótico se observa distensión en los vasos abdominales, que son visibles en la inspección del abdomen y de los vasos de todo el aparato gastrointestinal.

EDEMA: hay producción excesiva de aldosterona, lo cual causa retención de sodio y agua y excreción de potasio. • DEFICIENCIA DE VITAMINAS Y ANEMIA: La anemia que suele acompañar a la cirrosis se debe a gastritis crónica o función gastrointestinal inadecuada, junto con dieta insuficiente y disminución de la función hepática.

DETERIRO DE LA FUNCION MENTAL: con amenaza de encefalopatía y coma hepático. ANATOMÍA Y FISIOLOGÍA DEL HÍGADO

Es el órgano mas grande y importantes en cuanto a la actividad metabólica del organismo. Desempeña funciones únicas y vitales como la síntesis de proteínas plasmáticas, elaboración de la bilis (necesaria para la digestión y absorción de las grasas), almacén de vitaminas, glucógeno, etc. Además, es el responsable de eliminar de la sangre las sustancias que pueden resultar nocivas para el organismo, transformándolas en otras innocuas. El hígado se localiza en la región del hipocondrio derecho del abdomen.

La bilis, producida por el hígado y expulsada a través del conducto colédoco en la segunda porción duodenal, actúa en el intestino delgado. El hígado es uno de los órganos más importantes del cuerpo, este participa en la mayoría de los procesos metabólicos que tienen lugar en el organismo. En él ocurren numerosos procesos, los cuales tienen como resultado final:

La elaboración de la Bilis En el hígado se produce entre 600 y 1200 ml de Bilis por día. Esta está constituida principalmente por agua, pero además contiene sales biliares (ácidos biliares), glucuronato de bilirrubina, fosfolípidos, lecitina, electrolitos (Na+ y HCO3), colesterol e IgA. La bilis tiene circulación enterohepática. Esta consiste en que la bilis se vierte en el duodeno mediante la contracción vesicular. En el intestino delgado lleva a cabo su acción emulsificadora de grasas. En el íleon terminal, una parte de los ácidos biliares es eliminada por las heces y otra porción de los ácidos es reabsorbida, regresando nuevamente al hígado a través de la sangre de la vena porta, siendo captados ávidamente por los hepatocitos volviendo a ser secretados al canalículo biliar, formando parte de la bilis.

· Degradación de hormonas: Los hepatocitos endocitan y degradan las hormonas y, posteriormente sin ser modificadas, las trasladan al canalículo biliar. Luego llegan hasta la luz del tubo digestivo y son digeridas. También pueden ser descargadas en endosomas tardíos para ser degradadas por enzimas lisosómicas. · Detoxificación de toxinas y fármacos: El hígado también depura muchos fármacos y segrega bilirrubina (producto de la degradación de la hemoglobina), y muchas otras sustancias, incluyendo enzimas. El endotelio que tapiza los sinusoides está provisto de poros o fenestraciones que permiten el paso de la mayor parte de las proteínasdel plasma hacia el espacio de Disse. De esta forma las moléculas se ponen en contacto directo con la membrana hepatocitaria y pueden difundir o ser transportadas activamente al interior del hepatocito. En el retículo endoplasmático liso de los hepatocitos existe una enzima llamada oxidasa de acción mixta. Ésta metila, conjuga u oxida distintos fármacos y toxinas, y de esta forma los inactivan. Cuando se consume por tiempo prolongado distintos fármacos, el REL se hipertrofia, aumentando sus enzimas oxidantes. En otras ocasiones son los peroxisomas los que detoxifican.

· Almacenamiento de vitaminas: En los seres humanos el hígado actúa como el principal depósito de vitamina A, tanto que podría prevenir su deficiencia por 10 meses. El retinol (vitamina A preformada) se transporta del hígado a otros sitios del cuerpo mediante una proteína específica, la proteína fijadora de retinol (PFR). La carencia de ésta proteína puede influir en el estado de vitamina A y reducir la síntesis de la PFR. También almacena (aunque en cantidades menores) vitamina B12 y vitamina D, pudiendo prevenir su deficiencia por 12 y 4 meses respectivamente. · Metabolismo de carbohidratos: Los hepatocitos, a diferencia de las células musculares y adipocitos, son permeables a la glucosa, lo cual facilita sus tareas y por tanto la insulina no tiene efecto en la incorporación de glucosa en este órgano. Estos pueden transportar glucosa desde la sangre a su interior y allí almacenarlo como glucógeno. Este proceso permite al organismo mantener niveles normales de glucosa en la sangre. El glucógeno es hidrolizado por los hepatocitos en el caso que los niveles de glucosa disminuyan por debajo de lo normal, transportando la glucosa al espacio de Disse.

Otro proceso que pueden realizar los hepatocitos es la gluconeogénesis. Esta consiste en sintetizar glucosa a partir de otras fuentes (como aminoácidos) u otros azúcares. Este proceso mediado por la propia concentración de glucosa y por hormonas (glucagón, epinefrina e insulina), consiste en almacenar la glucosa excedente o bien liberarla. Ambos procesos se llevan a cabo mediante la interconversión al metabolito glucosa-6-fosfato (G6P). Cuando los niveles de glucosa en sangre son elevados el hígado la incorpora y transforma el G6P para almacenarla posteriormente en forma de glucógeno. La cantidad de glucógeno almacenada, solo puede mantener las necesidades de glucosa por alrededor de 6 horas.

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Si el periquito está sano y aún así se arranca las plumas la causa es psicológica. En este caso el "tratamiento" requiere mucha paciencia y dedicación, y no siempre es exitoso. Hay que averiguar la causa: ¿El periquito tiene pareja? Si no, cómprale una cuanto antes.

¿Hay algo en el ambiente que le produce estrés continuo? ¿Ruidos, niños, el periquito se trata con rudeza, la jaula se encuentra en un lugar inadecuado? ¿Hay suficientes estímulos en el ambiente como para que el periquito no se aburra? ¿Dispone de juguetes? ¿La dieta es variada? ¿Tiene oportunidades para trepar? ¿Lo sueltas suficientes horas diarias a volar por la habitación?

¿La jaula es grande y adecuada? ¿No hay demasiados periquitos en la misma jaula? A veces los periquitos no se arrancan las plumas a si mismos sino a otros periquitos, incluso a sus crías. Las causas de este comportamiento pueden ser parecidas a las anteriores, pero también hay casos en los que lo hacen sin ninguna razón aparente.

La muda francesa es una enfermedad vírica. El síntoma más evidente es la pérdida de las timoneras (las plumas de la cola) y las remeras (las plumas largas de las alas) en periquitos jóvenes pocos días o semanas después de haber abandonado el nido. Algunos periquitos pierden todo el plumaje largo, rara vez incluso se ven afectadas las coberteras, es decir, el plumaje que recubre el cuerpo. Otros solo pierden algunas timoneras y/o remeras, pero la capacidad de vuelo casi siempre se ve seriamente afectada. Esto ha llevado a que los periquitos afectados también se llamen pichones corredoras o saltadores, su única forma de desplazarse. El virus responsable de la enfermedad es un polyomavirus, llamado "b udgerigar fledgling disease virus " (BFDV). Ataca a aves pertenecientes a los psitácidos (loros, a los que pertenece el periquito), pero también a paseriformes y rapaces. El contagio se produce a través del polvo de las plumas, el contenido del buche y los excrementos, además de la madre a sus hijos.

Un contagio de un periquito infectado a sus crías es prácticamente seguro, entre dos periquitos adultos bastante probable, aunque en este caso no se evidencia el síntoma más evidente, la pérdida de las plumas. La enfermedad presenta dos formas, la crónica y la aguda. La aguda afecta a pichones que todavía se encuentran dentro del nido, con una edad de aproximadamente 20 días. Las crías sufren falta de apetito, no digieren la comida que se queda dentro del buche, sufren diarreas, hemorragias visibles a través de la piel, pérdida de peso, temblores y parálisis de las extremidades. En pocos días mueren el 80 - 100 % de las crías. Algunas no muestran síntomas antes de morir.

Si las crías se infectan más tarde de su segunda semana de vida o tienen anticuerpos sufrirán la forma crónica: pierden las remeras y/o las timoneras al poco tiempo de salirles, crecen de forma más lenta que crías sanas y también el desarrollo del resto del plumaje es más lento. Puede haber una mortalidad algo elevada, que ronda al 20 % de las crías. Los periquitos afectados no vuelan y son los típicos "corredoras". Una vez adultos el plumaje puede volver a salir pasado una o dos mudas, pero no es raro que el periquito se quede sin el plumaje largo para toda su vida. En cualquier caso, seguirán llevando el virus y podrán contagiar a otros periquitos y aves de otras especies. La enfermedad en algunas otras especies de psitácidos es más seria y puede llevar a la muerte también de ejemplares adultos. Si un periquito adulto se infecta normalmente no pierde el plumaje (aunque hay casos en los que sí ocurre). "Desde fuera" el periquito parece sano, normalmente su comportamiento es normal, pero el virus causa daños en algunos órganos internos: aumentan de tamaño el corazón, el hígado y los riñones. Con el tiempo pueden dejar de funcionar correctamente produciendo la muerte, pero la esperanza de vida de los periquitos infectados en realidad no está muy disminuida.

La única forma de determinar con seguridad si un periquito vivo está infectado o no es un análisis de las plumas y del contenido del buche. Por el momento, no hay ningún tratamiento efectivo contra la enfermedad. En EE.UU. se emplea una vacuna, pero que en Europa no está autorizada todavía y que además presenta bastantes efectos secundarios y cuya efectividad es dudosa. Un periquito enfermo excreta el virus con sus excrementos, el contenido del buche, el polvo de las plumas. sobre todo en épocas de estrés aumenta esta excreción. Por tanto, la época de cría es especialmente peligrosa y un contagio a los polluelos es prácticamente inevitable. No es peligrosa para los humanos.

La muda francesa es, por desgracia, una enfermedad bastante frecuente. No es raro encontrar periquitos afectados en las tiendas de animales, y muchas veces el vendedor asegura que el periquito se encuentra perfectamente sano y que tiene este aspecto porque todavía es muy joven o porque está mudando. ¡No te lo creas! Un periquito con suficiente edad como para valerse por si mismo (es decir, prácticamente todos los periquitos que se venden en las tiendas) ya tiene todas las plumas, tanto las remeras como las timoneras, y solo insignificantemente más corto que los periquitos adultos. Además en muchos libros todavía se afirma que las causas de la enfermedad son desconocidas, genéticas o debidos a una mala alimentación. Ahora se sabe que es una enfermedad vírica, contagiosa y bastante más severa de lo que en un principio se creía. El desconocimiento de la sintomología y de la causa de la muda francesa ha llevado a que muchos criaderos estén infectados y que también muchas personas privadas sigan criando con periquitos enfermos, produciendo, sin querer (o sin querer saberlo) polluelos también infectados.

Poner a criar periquitos infectados o que hayan estado en contacto con otros enfermos es una irresponsabilidad imperdonable. La única forma de actuar ante la aparición de la enfermedad en grandes grupos de periquitos es interrumpir inmediatamente la crianza y no volver a ofrecer nidos hasta pasados cinco o seis meses. En este tiempo los periquitos infectados crean anticuerpos a la enfermedad que luego pasarán a sus crías a través del vitelo de sus huevos, protegiéndolos sobre todo de la forma aguda. Pero aún así pueden aparecer pichones con la forma crónica, que pierden su plumaje. Por ello este "método" solo es "recomendable" (pero aún así en mi opinión éticamente incorrecto) en criaderos grandes, profesionales. Si alguien tiene una pareja o dos de periquitos en su casa y enfermen de la muda francesa NO debería arriesgarse a criar con ellos, sino tenerlos alejados de periquitos sanos.

Los "corredoras", al no poder volar, se encuentran ante algunos dificultades en su vida diaria. El dueño debería tenerlos en una jaula grande equipada de tal forma que se puedan mover por ella trepando sin necesidad de volar. Al sacarlos por la habitación es importante que no puedan caer desde grandes alturas, una forma de ayudarles es fijar sogas desde su jaula a un espacio de juegos que tengan por la habitación, no a mucha altura. Un poco difícil es la decisión de si tener a un periquito afectado con una pareja sana aún con el riesgo de que la contagie, o si tenerlo sin compañía de un congénere. Yo por suerte nunca me he vito en la situación de tomar una decisión similar, pero creo que optaría por la primera opción. Como hemos dicho, la muda francesa en periquitos adultos (siempre y cuando no crían) no causa síntomas visibles, y los cambios en los órganos no suelen repercutir de forma significativa en la calidad de vida de un periquito, pero sí el tener que vivir durante toda su vida sin pareja de su misma especie. Pero esto es una decisión que cada uno debe tomar según lo que crea conveniente. Lo que sí se debería evitar de cualquier forma es introducir un periquito enfermo en un grupo de periquitos sanos.

PBFD ("Psittacine Beak and Feather Disease": enfermedad del pico y las plumas de los psitácidos) Es una enfermedad producida por un circovirus que provoca deformaciones del pico, de las uñas y de las plumas, así como la caída de los mismos. Afecta a muchos especies de psitácidos, sobre todo a cacatúas y periquitos, pero también a guacamayos, amazonas, yacos, inesperables.

Las aves infectadas excretan el virus con sus excrementos, el polvo de las plumas y el contenido del buche, la enfermedad es altamente contagiosa. No es peligrosa para los humanos. El tiempo que transcurre desde el contagio hasta que aparezcan los síntomas varía sobre todo con la edad del periquito: oscila entre pocas semanas en periquitos jóvenes hasta varios meses, incluso años, en aves adultas. Durante este tiempo los periquitos infectados ya pueden contagiar a otros, pero ellos mismos no muestran ningún signo de enfermedad. Incluso hay casos en los que la infección permanece oculta durante toda la vida del periquito, sobre todo si al contagiarse ya tenía más de dos a tres años de edad.

Si la enfermedad aparece puede ser aguda o crónica. La forma aguda se produce en periquitos muy jóvenes, y prácticamente siempre es mortal. Las crías afectadas dejan de comer, parecen muy debilitados, devuelven la comida y sufren diarreas. No hay deformaciones del pico o de las plumas, ya que mueren pasados pocas semanas. Las síntomas se parecen algo a las de la forma aguda de la muda francesa, pero el virus responsable NO es el mismo. La forma crónica aparece en periquitos adultos, normalmente a la edad de seis meses a tres años. Primero se deforma el plumón, el periquito produce mucho "polvo" procedente de plumón deshecho. Después cambian las coberteras, se rompen con facilidad, salen deformados e incluso sufren un cambio de color, por ejemplo de verde a amarillento. El plumaje en general pierde brillo, las plumas de "abren" perdiendo la típica forma de pluma. Con cada muda el estado del plumaje empeora más. Luego aparecen regiones desplumadas, primero en la cabeza y el pecho, después también se caen las remeras y las timoneras.

Cuando el deterioro del plumaje ya es evidente también se deforma el pico, crece excesivamente, muchas veces crece de forma oblicua a la mitad inferior. Con el tiempo se vuelve quebradizo y cambia ligeramente de color. Las uñas también crecen con excesiva rapidez. Las deformaciones del pico pueden impedir que el periquito pueda comer con normalidad. El periquito conforme a que va avanzando la enfermedad se debilita, muchas veces sufre diarreas y se vuelve apático. La causa de muerte más frecuente no es el virus en sí, sino enfermedades secundarias que "aprovechan" el debilitamiento general del organismo. Además el virus responsable del PBFD deteriora las células inmunes y la bolsa de Fabricio (un órgano de las aves donde maduran las células inmunes), con lo que produce un debilitamiento progresivo del sistema inmune.

El PBFD se puede diagnosticar con un análisis de las plumas o de la sangre. Por hoy, no hay ningún tratamiento, la enfermedad siempre es mortal. Aún así, un periquito enfermo de PBFD puede vivir unos cuantos meses a años con una calidad de vida aceptable, si el dueño lo lleva al veterinario con regularidad para recortar el pico y las uñas, además de extremar la higiene de la jaula y de su entorno para evitar infecciones secundarias. ¡Nunca juntos con otros periquitos (u otras aves) sanas! Aunque duela, más vale tener al periquito sin compañía de un congénere que condenar a su pareja a sufrir la misma enfermedad de la que tarde o temprano morirá.

Una vez que el periquito sufra visiblemente y se encuentre muy debilitado es responsabilidad del dueño tomar la decisión de eutanasiarlo. En Australia se ha desarrollado una vacuna, pero solo es preventiva y no se vende en Europa.

Otras enfermedades frecuentes Conjuntivitis (Inflamación del ojo)

Una conjuntivitis, o inflamación del ojo, en periquitos más que una enfermedad aislada suele ser un síntoma de otra. Por ejemplo, es un síntoma típico de la psitacosis, pero también puede acompañar a la aspergillosis y otras enfermedades, que suelen ser serias. A veces indica una pequeña herida o malformación en el párpado, como en el caso de mi periquita Yaiza (en la imagen). Por tanto, un periquito con conjuntivitis necesita tratamiento veterinario, aunque solo sea para determinar la causa de la inflamación. Además, la conjuntivitis es muy molestosa para el periquito: por las segregaciones del ojo enfermo el plumaje de los alrededores se pega, y el periquito, al intentar arrancar las costras que se forman, puede proporcionarse serias heridas en el ojo.

El tratamiento (en manos de un veterinario) normalmente consiste en la aplicación de una pomada o un colirio antibiótico sobre el ojo. Además conviene separar el periquito afectado en una jaula aparte hasta que se haya recuperado, cuyo suelo se recubre con papel o con nada. Cualquier material como arena para pájaros produce polvo que irrita aún más al ojo. Nefritis (Inflamación del riñón)

No es raro que un periquito sufra nefritis, y por desgracia muchos dueños no reconocen esta enfermedad a tiempo o la tachan de una "simple diarrea". Efectivamente, el principal síntoma de la enfermedad son las diarreas. Las heces normales de un periquito tienen forma de "bolita", y constan de un anillo oscuro (normalmente negro - verdoso, pero cuyo color varía con la dieta) que rodea la orina blanca. Tras pocos minutos los excrementos se secan, quedando duros.

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Aunque no lo parezca, o no lo sepamos, el hígado es uno de nuestros principales organos vitales ya que son muchas sus funciones que ahora os enumeramos.

  • Almacena grasas de los alimentos
  • Produce las proteínas del plasma
  • Almacena y libera la glucosa en sangre según las necesidades corporales
  • Produce el colesterol y lo usa para fabricar componentes de la bilis (que nos ayuda a desintoxicarnos)
  • Procesa los fármacos y alcohol para su eliminación a través de la orina
  • Almacena el hierro, cobre y vitaminas como la D la A y la B12
  • Ayuda a desintoxicar las impurezas de la sangre
  • Transforma el producto de la descomposición de las proteínas, el amoniaco tóxico en la urea que es menos tóxica y se elimina por la orina.

Es importante que cuidemos de nuestro hígado y que llevemos una dieta sana o equilibrada, aunque de hecho podemos señalar una serie de alimentos concretos y que son beneficiosos para este órgano. Alimentos que además son considerados muy saludables y no son difíciles de encontrar.

Un tesoro para la salud, el ajo es una hortaliza de la familia de las Allium donde también están las cebollas, y los puerros. Los ajos contiene azufre que activa las enzimas hepáticas responsables del la desintoxicación de las toxinas. los ajos contienen selenio alicina es un potente antioxidante, anti hongos muy beneficiosa para el hígado. A sus muchas propiedades el té verde une la de frenar la acumulación de grasa en el hígado. El efecto desintoxicante del té verde se fundamenta en los beneficios que aporta al hígado. Diferentes estudios evidencias que el té verde protege las células del hígado además de estimular el sistema inmunológico. Las catequinas, poderosos antioxidantes presentes en el té verde, protegen el hígado del alcohol, el tabaco y otras sustancias.

Las uvas junto a otras plantas poseen un potente antioxidante el resveratrol. Esta sustancia ha demostrado sus efectos saludables en la salud cardiovascular y el hígado graso. El resverastrol ayuda a mantener un mejor metabolismos y salud del hígado. Espinacas, acelgas, rúcula, achicoria, berros, brócoli posee sustancias antioxidantes que ayudan a neutralizar los metales pesados. Las verduras de hoja verde poseen variedad de antioxidantes, flavonoides y carotenoides sustancias que tienen un efecto protector para el organismo.

Reducen el riesgo de cáncer de estómago así como de otros tipos de cáncer. Las verduras de hoja verde poseen un bajo índice glucémico por lo que son beneficiosas para las personas con diabetes tipo 2. Ricas en fito nutrientes que nos protegen, como los tocoferoles, los fitoesteroles, el selenio, los flavonoides los ácidos omega-3. Las nueces posee L-arginina un aminoácido que junto a los ácidos grasos omega-3 ayuda a desintoxicar el hígado.

Son ricos en vitamina B6, vitamina C, vitamina E, potasio, magnesio y ácido fólico. Tienen más potasio que los plátanos y son ricos en grasas monoinsaturadas. Consumir de forma regular aguacate es beneficioso para el hígado. Las investigaciones ha descubierto que los aguacates poseen sustancias químicas que ayudan a reducir el daño en el hígado. Una especia del Oriente medio muy usada en la medicina China y Ayurvedica. Es de la familia del jengibre y uno de los ingredientes de la especia de curry. La cúrcuma es muy beneficiosa para el sistema digestivo. La curcumina es una sustancia procedente de la cúrcuma posee grandes propiedades como anti inflamatorio, para evitar la formación de úlceras, y la enfermedad inflamatoria intestinal.

La cúrcuma ayuda al hígado en su labor de desintoxicación, ayuda a prevenir el daño de los radicales libres. Si te ha gustado el artículo puedes compartirlo en Facebook, Twitter o Google +, gracias por leer Viviendosanos.com

Existen otro tipo de alimentos que te pueden ayudar muy bien a desintoxicar al máximo el hígado y así mejorar tu salud. Además de los que hemos visto anteriormente, hay una mezcla de ellos que es perfecta para poder hacer la misma función. Veamos algunos de estos alimentos y combinaciones:

  • -Verduras: Las verduras y vegetales son muy buenos para el hígado. Se tratan de sustancias químicas que neutralizan al máximo todas las toxinas como sucede por ejemplo con los alimentos anteriores. Las verduras como el brócoli, los coles de Bruselas, el coliflor o el repollo cuentan en su interior con glucosinolatos que hacen que en el hígado se produzcan enzimas que terminarán afectando y creando que el cuerpo se desintoxique al máximo.
  • -Cebolla y ajo: Ya vimos antes que el ajo es uno de los desintoxicantes por excelencia para que tu cuerpo esté bien en todo momento. La combinación de ambos puede ser el desintoxicante natural más potente que hayas probado, así que intenta mezclarlos de alguna forma con el fin de mejorar tu hígado.
  • Limón en agua caliente: El limón cuando se le quita todo su zumo y se lo coloca en una taza de agua caliente para ayudar por la mañana puede ser un buen limpiador de hígado en general ayudar a la desintoxicación. Además de ello, ayuda a que se pueda limpiar también el intestino, el estómago y la producción de bilis algo fundamental para que toda la zona estomacal funcione a la perfección.
  • -Frutos antioxidantes: hay algunos frutos que son más antioxidantes que otros, al es el caso por ejemplo de los arándanos, las moras, las fresas, las frambuesas, las ciruelas, naranjas, pomelo rosa o el melón. Todos ellos ayudan que se pueda proteger el hígado con altos niveles haciendo que así el proceso de desintoxicación sea mucho mayor. Un caso aparte merece la manzana, la cual al contener pectina reduce al máximo la carga del hígado y hace que sus capacidades de desintoxicación sean mucho mayores.
  • Ensaladas de hoja verde: Bien decíamos antes que los vegetales son fundamentales en el proceso de desintoxicación. En lo que se refiere al diente de león, achicoria, escarola o rúcula son alimentos perfectos para poder estimular la bilis y así dejar fluir al máximo todo el hígado.

Como verás, la combinación de alimentos es muy variada, con lo que solo queda que elijas qué tipo de alimentos vas a consumir para mejorar la salud de tu hígado. Después de haber visto los alimentos que puedes consumir para mejorar la salud de tu hígado, es importante tener en cuenta que hay muchas otras rutinas, a parte de la alimentación, con las que vamos a poder mejorar la salud de este órgano tan importante en nuestra vida. En este sentido, vamos a decirte que cuidar del hígado se puede hacer con mucho más que con solo una dieta adecuada. Vamos a ver estas rutinas:

  • Cuidado con las emociones: aunque no lo parezca, el hígado se ve afectado por las diferentes emociones que experimentamos en la vida. Es especialmente sensible a las emociones que contenemos y que no podemos expresar por cualquier motivo. Es por ello que expresar las emociones que sentimos y cuando las sentimos es una buena manera de poder mejorar la salud de este órgano tan importante en nuestras vidas. En este caso, podemos deciros que podéis tomar infusiones para mejorar el estado de nervios o bien podéis también tomar tres bolitas de Chamomilla 15CH, un medicamento homeopático de lo más eficaz.
  • Insomnio: las personas que padecen de insomnio también están afectando a la salud de su hígado y es que el insomnio es algo que afecta, en general, a todo nuestro organismo. El hígado trabaja de maravilla cuando tenemos el descanso adecuado y usar una bolsa de agua tibia nos ayudará a conciliar más fácilmente el sueño. Además, si la ponemos justo encima del hígado, este va a trabajar mucho mejor, pues la temperatura es una gran ayuda para él a la hora de hacer todos los procesos.
  • Limpiar y tonificar el hígado: para ayudar a que nuestro hígado trabaje mejor y poder limpiarlo de todas las impurezas que quedan en él tenemos un remedio de lo más eficaz: tomar una cucharada de jugo de limón natural y una cucharada de aceite de oliva. Esto es algo que debemos hacer nada más despertarnos y después de tomar estas cucharadas tendremos que esperar unos 20 minutos y deberemos tomar dos vasos de agua tibia. Al cabo de un rato, ya podremos desayunar como hacemos cada día.
  • Plantas medicinales: hay una gran cantidad de plantas medicinales con las que podremos ayudar a trabajar mejor a nuestro hígado y podremos limpiarlo correctamente. Las plantas medicinales que más se usan son el diente de león, la alcachofera, el cardo mariano, el boldo y la celidonia. Para tomar estas plantas medicinales, lo haremos a modo de infusión y les podemos añadir miel de romero o estevia para darles un poco más dulzor.

Como puedes ver, no solo puedes ayudar a mejorar la salud de tu hígado a través de la dieta, sino que hay también otros aspectos a tener en cuenta que te ayudarán a que tu hígado funcione mejor. La verdad es que son pocas las personas que suelen preocuparse de su hígado antes de tener problemas con él y es por esto que nosotros hemos querido hablar de ello para que podamos tomar consciencia de lo necesario que es para la salud tener el hígado en condiciones saludables.

Parásitos externos, Acaros. TABERNIL POMADA ACARICIDA

Parásitos externos e internos IVOMEC ( Ivermectina )
Inyectable para ovinos

Infecciones de los ojos, oídos y heridas Infecciones de los ojos y heridas

OFTALMOLOSA CUSI AUREOMICINA TERRAMICINA CON VITAMINAS

Bactericida (Salmonelosis y otras bacterias) Ascarides, gusanos y parásitos intestinales

MYCOSTATIN
suspensión oral Squibb Industria Farmacéutica SA

Desinfectante para jaulas Sandoz Novartis Farmacéutica SA

Dosificación para las aves y modo de empleo de algunos medicamentos: - IVOMEC: 1 cc por 453 cc de agua. Se quita el agua de beber la noche anterior y por la mañana se les pone el agua con IVOMEC durante 1 hora para asegurarse de que todas las aves beben, a continuación se les pone agua normal porque la Ivermectina es un insecticida muy agresivo. Se repite el tratamiento a los 15 días. Es aconsejable realizar esta medicación cada 6 meses.

- TEDIPRIMA: 5 cc por litro de agua durante 5 días, se puede repetir el tratamiento cada 6 meses. A continuación se les da 3 días agua con vitaminas. - FLAGY: 5 cc por litro de agua durante 5 días, se puede repetir el tratamiento cada 3 meses. A continuación se les da 3 días agua con vitaminas. Las trichomonas atacan sobre todo a las tórtolas.

- MYCOSTATIN: 1 cc por litro de agua durante 2 semanas. - DAYAMINERAL: 10 gotas por litro de agua.

- SYNTOCINON: Son unas inyecciones, se ponen en un cuentagotas mediante una jeringa para evitar que caigan partículas de cristal. Cuando una hembra sufre retención del huevo se le pone una gota en el ano y la absorbe parcialmente al hacer movimientos de contracción. A continuación os expongo un artículo muy interesante, hallado en una magnífica web argentina, concretamente en "Asociación Jilguericultura Lanús", la cual os recomiendo si queréis verlo completo.

Enfermedades y Medicación Los antibióticos tanto en polvo como en Inyectable (en casos extremos de no poder salvar al animal) solo se tienen que usar como último remedio, ya que afectan a la flora intestinal. Para ello una vez tratado el pájaro, administraremos - Probioticos - existen varios en el Mercado (Prolyte etc.) - durante una semana y complejo B. Siempre se debería administrar antibióticos una vez efectuado un antibiograma para estar seguros de que realmente padece una infección bacteriana, lamentablemente muchos pájaros fallecen por ser mas costoso tratar al animal en un buen veterinario que reponerlo por otro, esta errónea idea del Secretismo pajarero en cuanto a los medicamentos ha hecho que muchos mueran por no existir historiales amplios de enfermedades cotidianas que muchas veces se tratan de oído (este me ha dicho, el otro me ha aconsejado etc.)

ADVERTENCIA: Siempre que se administre tetraciclinas se tiene que suprimir el grit ya que inactiva el medicamento.

Oxitetraciclina (Terramicina):
En polvo 50 mg por 80 a 100 ml de agua de bebida.
En inyectable de 2 a 4 mg dia. Clorotetraciclina (Aureamycine)
En polvo 1 comprimido de 100 mg por cada 200 a 300 cc de agua de Boinon.

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La cirrosis hepática es la cirrosis que afecta al tejido hepático como consecuencia final de diferentes enfermedades crónicas. Según la OMS, en total mueren anualmente aproximadamente unas 27.000 personas a causa de cirrosis hepática en los países desarrollados.1 En España, afecta a 4 de cada 10.000 personas, de estas la gran mayoría son causados por el consumo excesivo de alcohol.2 Etiología (causas) El consumo excesivo de alcohol La hepatitis crónica por virus C Otros virus, como el de la hepatitis. CIRROSIS HEPATICA EU SERGIO CAMPOS A. CONCEPTO GENERALIDADES – Se trata de una enfermedad crónica e irreversible del hígado secundaria a una agresión externa. – Se caracteriza porque la arquitectura normal del hígado se altera progresivamente como consecuencia de una cadena de eventos cuyo inicio es la aparición de inflamación – Su mantenimiento en el tiempo conduce a la aparición de bandas de tejido fibroso que tienden a unirse formando nódulos. – De esta manera la arquitectura.

Universidad Autónoma Del Estado De México FACULTAD DE MEDICINA Licenciatura. Médico Cirujano Semana 6: cirrosis hepática alcohol nutricional -PRÁCTICA COMUNITARIA “A”- Dr. José Alfredo Álvarez Domínguez. ALUMNO. Jorge Báez González Toluca, edo. De México. 22 SEPTIEMBRE,2012. SEMESTRE 2012B. Cirrosis hepática alcohol nutricional Es un órgano glandular al que se le adjudica funciones muy importantes, tales como la síntesis de proteínas plasmáticas, almacenaje.  CIRROSIS HEPÁTICA Para Belle, con la esperanza de tener una rica cena el viernes La cirrosis produce fibrosis hepática hasta el punto en que existe distorsión arquitectónica, lo cual disminuye la función hepática Causas Alcoholismo Hepatitis Vírica crónica (B o C) Hepatitis Autoinmunitaria Cirrosis Biliar Hepatopatía metabólica hereditaria (Enfermedad de Wilson, Fibrosis quística, Hemocromatosis, etc) Manifestaciones Clínicas.- Es posible que estén ausentes Síntomas Anorexia.

C.I.: 19.552.318 Maracay, Abril 2015 Cirrosis Hepática Se define como aquel trastorno caracterizado por el reemplazo de tejido hepático funcional por tejido fibroso. Este se caracteriza por una conversión de la arquitectura hepática normal en nódulos de estructura anormal, formando bandas constrictoras que interrumpen el flujo en los canales vasculares y vías biliares hepáticas. Dicho proceso puede ser reversible, si se trata de forma satisfactoria la agresión. Cirrosis La cirrosis hepática es la cirrosis que afecta al tejido hepático como consecuencia final de diferentes enfermedades crónicas. Las consecuencias de la cirrosis hepática sobre la salud del individuo dependen fundamentalmente del grado de funcionalidad que el hígado pueda conservar a pesar de la alteración histológica. Es la cicatrización y el funcionamiento deficiente del hígado: la fase final de la enfermedad hepática crónica. Causas Las principales causas de cirrosis en los países.

Planes de cuidado de enfermería pacientes terminales DIAGNÓSTICOS ENFERMEROS 1. Temor relacionado con desconocimiento de la evolución y desenlace de su enfermedad, manifestado por dificultad para conciliar y mantener el sueño y por expresiones verbales del propio paciente. Objetivos • El paciente identificará las formas más eficaces de enfrentarse a su temor. Actividades • Valorar el nivel de temor que presenta el paciente y los conocimientos que tiene acerca de su enfermedad. •. 1. ¿Qué es la cirrosis? Es una enfermedad en la cual las células normales del hígado son reemplazadas por tejido cicatrizal. Esta situación ocasiona que el hígado deje de funcionar adecuadamente. volver a índice Medidas de autocuidado Evite el consumo de alcohol. Mantenga una dieta saludable. Visite regularmente a su médico. Vigile la presencia de sangre en evacuaciones. No ingiera medicamentos no prescritos por su médico. 2. ¿Cuáles son las funciones del hígado? El hígado es una.

GUÍAS DIAGNÓSTICAS DE GASTROENTEROLOGÍA 1.- CIRROSIS HEPÁTICA DEFINICIÓN: Se trata de una alteración crónica e irreversible que representa la etapa final de diversos procesos agudos o crónicos que afectan al hígado, si bien el concepto es fundamentalmente morfológico donde se define como una alteración difusa de la arquitectura del hígado por fibrosis y nódulos de regeneración, clínicamente se puede sospechar por los antecedentes y los diversos datos clínicos que se pueden documentar. Se. “Perfilamiento de pacientes con cirrosis hepática por alcoholismo en el hospital civil viejo” Introducción Antecedentes El término cirrosis fue propuesto por Laennec hace más de 180 años. Deriva de la palabra griega oxxipe en latín scirro) que se traduce tanto por “amarillo grisáceo” como por“duro” y se refiere a la coloración y consistencia que adquiere el hígado en este proceso. En el pasado se consideraba que la cirrosis nunca era reversible, sin embargo, desde hace una década el.

CUIDADOS DE ENFERMERIA EN EL PACIENTE CON CUERPO EXTRAÑO INTRODUCCIÓN La obstrucción brusca de la vía aérea superior por cuerpos extraños puede provocar un cuadro de asfixia que si no se resuelve rápidamente puede evolucionar, cuando la obstrucción es completa, a la parada respiratoria seguida de parada cardíaca y muerte. Su incidencia es mayor en niños y en lactantes así como en adultos en situaciones de disminución del nivel de conciencia (alcoholismo agudo, enfermos neurológicos. ).. IGNACIO CHÁVEZ” CIRROSIS HEPÁTICA PRESENTA: MPSS JAVIER CORTEZ BUENO ASESORA: DRA. ROSALBA GARCIA FIGUEROA MORELIA, MICHOACAN. MAYO 2013 CIRROSIS HEPATICA | JAVIER CORTEZ BUENO 1 ÍNDICE: PORTADA……………………………………………………..1 ÍNDICE…………………………………………………….……2 INTRODUCCIÓN……………………………………………. 3 CIRROSIS HEPATICA…………………….………………….4 ARTÍCULOS………………………………..…………………..8 CONCLUSIÓN……………………………………….……….22 REFERENCIAS………………………………………………23 CIRROSIS HEPATICA | JAVIER CORTEZ BUENO.

GUÍAS DIAGNÓSTICAS DE GASTROENTEROLOGÍA 1.- CIRROSIS HEPÁTICA DEFINICIÓN: Se trata de una alteración crónica e irreversible que representa la etapa final de diversos procesos agudos o crónicos que afectan al hígado, si bien el concepto es fundamentalmente morfológico donde se define como una alteración difusa de la arquitectura del hígado por fibrosis y nódulos de regeneración, clínicamente se puede sospechar por los antecedentes y los diversos datos clínicos que se pueden documentar. Se sabe. PROCESO DE ATENCIÓN DE ENFERMERÍA VALORACION DATOS GENERALES: * Nombre: Garcia Venancio Julia * Sexo: Femenino * Edad:60 años * Fecha de ingreso: 07 -09 – 2011 * Servicio: Medicina 3II * Nª de cama: 43 * Ocupación: Ama de casa * Grado de Instrucción: Secundaria * Procedencia: lima * Estado Civil: Casada * Religión: Católica * Diagnostico Medico: Cirrosis Hepatica * Tratamiento:. * Dextrosa al10% * H(2) K(1) 15g x min.

CIRROSIS HEPATICA La cirrosis hepática es una enfermedad crónica del hígado. Sus células hepáticas van siendo reemplazadas por tejido cicatrizado, lo cual interfiere progresivamente con el funcionamiento normal del hígado, ocasionando que este no cumpla sus funciones adecuadamente. FISIOPATOLOGIA Debido a la lesión de las células del parénquima hepático, el hígado se inflama y aumenta de tamaño. El organismo intentar regenerar los hepatocitos dañados, pero se produce fibrosis. Al progresar la. CIRROSIS HEPATICA La cirrosis hepática es la cirrosis que afecta al tejido hepático como consecuencia final de diferentes enfermedades crónicas. Las consecuencias de la cirrosis hepática sobre la salud del individuo dependen fundamentalmente del grado de funcionalidad que el hígado pueda conservar a pesar de la alteración histológica. EPIDEMIOLOGIA Mueren anualmente aproximadamente unas 27.000 personas a causa de cirrosis hepática en los países desarrollados. Afecta a 4 de cada 10.000 personas.

Los objetivos del tratamiento para la cirrosis hepática son para frenar la progresión de tejido cicatrizal en el hígado y prevenir o tratar las complicaciones de la enfermedad. La hospitalización puede ser necesaria para la cirrosis con complicaciones. El tratamiento para la cirrosis del hígado depende de la causa de la enfermedad y si se presentan complicaciones. Si usted es un bebedor empedernido, debe dejar de consumir alcohol. Su médico será capaz de ofrecerle un plan integral para ayudar a que lo haga. Las perspectivas de su enfermedad no es bueno si continúan bebiendo mientras que los beneficios de dejar son enormes. Usted se detiene la progresión de la enfermedad desde el primer día y también se sentirá mucho mejor.

Algunos de los síntomas de la cirrosis puede aliviarse con medicamentos. Ascitis y la retención de líquidos pueden ser tratados con medicamentos conocidos como diuréticos que ayudan a eliminar el exceso de líquido. Una dieta baja en sodio y la ingesta de restricción de líquidos también puede ayudar con estos problemas. Si la cirrosis hepática es causada por la hepatitis viral, que se puede tratar con medicamentos antivirales para reducir el daño permanente. El tratamiento de la hepatitis B y C en las primeras etapas es cada vez más éxito en la prevención de la cirrosis. La hepatitis autoinmune se puede tratar con esteroides u otros medicamentos que suprimen el sistema inmunológico.

La encefalopatía hepática es tratado por la limpieza del intestino con lactulosa, un laxante por vía oral o en enemas. Los antibióticos son añadidos al tratamiento si es necesario. Los pacientes pueden solicitar que reducir la ingesta de proteínas de la dieta. La encefalopatía hepática puede mejorar a medida que otras complicaciones de la cirrosis son controlados. Debido a que la malnutrición es común en personas con cirrosis, una dieta saludable es importante en todas las etapas de la enfermedad. Los médicos recomiendan un plan de alimentación que está bien equilibrado. Si la ascitis se desarrolla, una dieta restringida en sodio es recomendable. Una persona con cirrosis no deben comer mariscos crudos, que pueden contener una bacteria que causa infecciones graves. Para mejorar la nutrición, el médico puede agregar un suplemento líquido por vía oral oa través de una sonda nasogástrica, un pequeño tubo insertado a través de la nariz y la garganta que llega hasta el estómago.

Si la cirrosis es muy grave y el hígado deja de funcionar, el trasplante de hígado es la única opción. A menudo se recomienda cuando los síntomas se vuelven difíciles de controlar por otros métodos. La cirrosis es irreversible. la función de muchos pacientes de hígado poco a poco va a empeorar a pesar del tratamiento y las complicaciones de la cirrosis aumentará y se convierten en difíciles de tratar. Por lo tanto, cuando la cirrosis está muy avanzada, el trasplante de hígado es a menudo la única opción para el tratamiento. No todas las personas con cirrosis es un candidato para el trasplante. El trasplante de hígado no se suele administrar a las personas con cirrosis que están activamente el uso de alcohol o drogas, aunque las personas que tienen cirrosis como consecuencia de beber en exceso, y que puedan demostrar que han dejado, pueden ser buenos candidatos para el trasplante.

La cirrosis es el resultado final de muchas enfermedades hepáticas crónicas. Disminuye el tejido hepático funcionante y aparece fibrosis. El hígado pierde su función y estructura normales y se producen insuficiencia hepática e hipertensión portal. Es la novena causa de muerte en países occidentales.

En nuestro medio, más del 80% de los casos se deben al alcohol (40%) y a la hepatitis crónica por virus C (40%). El resto se debe a hepatitis crónica por virus B, hepatitis crónica autoinmune, cirrosis biliar primaria, colangitis esclerosante, enfermedades metabólicas congénitas familiares como la hemocromatosis (sobrecarga de hierro), la enfermedad de Wilson (sobrecarga de cobre), el déficit de alfa-1-antitripsina y la porfiria cutánea tarda. La esteatohepatitis no alcohólica (asociada a diabetes y obesidad) es una causa cada vez más frecuente. Muy raramente se debe a toxicidad farmacológica y a otras enfermedades muy infrecuentes.

Estas enfermedades son progresivas. En muchas el diagnóstico y tratamiento precoces evitan la progresión a cirrosis o detienen su evolución. Por eso es importantísimo saber si una persona tiene una enfermedad hepática crónica con potencial evolución a cirrosis. Se deben a dos hechos principales: la insuficiencia hepática y la hipertensión portal. La insuficiencia hepática produce, entre otros, fallos en la fabricación de proteínas, en la depuración de sustancias y en el control de la nutrición. Por ello, la cirrosis repercute gravemente sobre todo el organismo.

La hipertensión portal se debe a que el hígado cirrótico opone mayor resistencia al paso de la sangre. Como resultado, mucha de la sangre portal que debería pasar por el hígado no lo hace y circula por trayectos venosos anormales con dos consecuencias. Primera, la aparición de varices esofágicas y gástricas que pueden romperse y producir hemorragias muy graves. Segunda, la falta de depuración en el hígado de la sangre procedente del territorio abdominal por lo cual muchas sustancias llegan al resto del organismo en cantidades muy superiores a las normales con múltiples consecuencias nocivas. En las personas con cirrosis existen dos etapas: una inicial (cirrosis compensada) y otra avanzada (cirrosis descompensada).
En la fase inicial el paciente puede estar asintomático y hacer vida normal. De hecho, hay personas que tienen cirrosis y lo desconocen. Algunos pacientes pasan de esta situación a tener una complicación aguda muy grave que puede comprometer su vida. En otros casos la enfermedad progresa hasta llegar a la fase avanzada en la cual aparece el cuadro florido de la cirrosis, la calidad de vida disminuye y el riesgo de muerte crece. Más del 50% de estos enfermos fallecen en un lapso de 5 años si no reciben un trasplante hepático o se instaura un tratamiento frene la evolución (por ejemplo abandono del alcohol o tratamiento antiviral, según la causa).

El diagnóstico se hace por combinación de hallazgos clínicos, analíticos y de imagen y/o por la realización de una biopsia hepática. Una persona puede enterarse de padecer cirrosis por:

  • Hallazgo imprevisto: por alteración de los análisis del hígado o hallazgos anormales en ecografía o escáner en consultas por otro motivo.
  • Por estudio familiar tras identificar una enfermedad hepática hereditaria. Por ejemplo, una hemocromatosis.
  • En el seguimiento de hepatopatías progresivas conocidas. Por ejemplo, hepatitis crónica C.
  • Por síntomas iniciales inespecíficos. Por ejemplo, cansancio o hinchazón de tobillos.
  • Por complicaciones graves. Por ejemplo, una hemorragia digestiva por rotura de varices o encefalopatía hepática.

Las manifestaciones clínicas más importantes de la cirrosis avanzada son las siguientes:

  • Deterioro del estado general: cansancio, falta de apetito y desnutrición con pérdida de masa y fuerza muscular.
  • Color amarillento de la piel (ictericia), aparición de dilataciones vasculares en la piel sobre todo de la cara, tronco y extremidades superiores y facilidad para tener hematomas con golpes mínimos y hemorragias gingivales. A veces se observan venas muy marcadas en la pared del abdomen.
  • Distensión del abdomen por acúmulo de líquido (ascitis) e hinchazón de tobillos y piernas por edemas. El síndrome hepato-renal y la peritonitis bacteriana espontánea pueden aparecer sólo si hay ascitis y el pronóstico es muy grave.
  • Hemorragias digestivas por rotura de varices esofágicas o gástricas, que son muy graves.
  • Alteraciones de la función cerebral con cambios sutiles (mayor torpeza, lentitud de pensamiento) o manifiestas como desorientación alteración de la conducta, somnolencia o incluso coma (encefalopatía hepática).

La cirrosis predispone al cáncer de hígado y más del 90% de los hepatocarcinomas aparecen en hígados cirróticos. Por eso los pacientes con cirrosis deben ser vigilados ya que el diagnóstico precoz de estos tumores permite tratamientos curativos. Los consejos generales con respecto a las enfermedades hepáticas crónicas son los siguientes:

  • Una persona con enfermedad hepática no debe consumir alcohol. Una persona sana no debe consumir alcohol en cantidades excesivas (60 gramos/día para varones y 30 gramos/día para mujeres sería la cantidad máxima). De modo orientativo, un litro de cerveza tiene unos 40 gramos de alcohol, un litro de vino unos 115 y un litro de whisky o bebida similar unos 320.
  • Seguir las indicaciones con respecto a la vacuna contra el virus B que indique el médico (ya se vacunan todos los niños y en adultos depende del riesgo).
  • Evitar automedicación, especialmente si se tiene una enfermedad hepática.
  • Incluir análisis básicos de hígado (transaminasas, fosfatasa alcalina y gamma-GT) cuando se hagan análisis por otro motivo.
  • Comunicar al médico habitual la existencia de familiares con hepatopatías
  • Si una persona tiene cualquier enfermedad hepática o alteraciones de los análisis del hígado, seguir el programa de revisiones que sus médicos aconsejen.

Si una persona tienen una cirrosis debe ser seguida un mínimo de 2 ó 3 veces al año por sus médicos para prevenir complicaciones, darle el tratamiento adecuado y, en su caso, valorar la posibilidad de realizar un trasplante hepático. Las medidas de prevención y tratamiento de las complicaciones de la cirrosis son complejas y deben ser siempre indicadas por sus médicos.

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